sábado, 12 de maio de 2012

DEUSAS DA PRIMAVERA

As Deusas e os Deuses da Primavera

Já que estamos na primavera resolvi postar aqui um pouquiho sobre os Deuses e as Deusas que são cultuados nessa época do ano. A Primavera é tempo de celebração em muitas culturas. Sempre é a época do ano quando o ar fica mais fresco e as pessoas começam a respirar e a esperar pelo calor do verão



Ostara


Eostre (panteão nórdico) – Eostre ou Ostera é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos coloridos eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados.De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março



Cibele


Cibele (panteão grego) – Deusa dos mortos, da fertilidade, vida selvagem, agricultura, leis e da Caçada Mítica. Em tempos antigos, Cibele era chamada de “A Mãe dos Deuses”. O grande Sófocles a chamava de “Mãe de Tudo”. Seu culto iniciou-se na Anatólia Ocidental e na Frígia, onde era conhecida como “A Senhora do Monte Ida”.



Flora



Flora (panteão romano) – Flora é a potência da natureza que faz florir as árvores e preside a “tudo que floresce”. Era honrada quer por populações itálicas não latinas como latinas. Esposa de Zéfiro e deusa das flores, na Grécia é chamada de Clóris.


Freya


Freya (panteão nórdico) – Deusa nórdica do amor e magia, condutora das almas para o mundo subterrâneo. Ela regia a fertilidade, a sexualidade, a Lua, o mar, a Terra, o mundo subterrâneo, o nascimento e a morte.



Osiris


Osíris (panteão egípcio) – Os antigos Egípcios acreditavam que Osíris morria todos os anos no início da Primavera, quando era tempo de seca e de colheitas, para renascer no Outono, quando o nível das águas do Nilo baixava e se procediam às sementeiras.



Saraswati


Saraswati (panteão hindu) – Deusa da fala e da aprendizagem, é a criadora do Sânscrito, a língua dos Vedas. Ela é a consorte de Brahma, o criador e membro da trindade hindu. Ela é igualmente reverenciada pelos hindus, jainistas e pelos budistas. Ela é adorada no primeiro dia da Primavera, de acordo com calendário hindu, chamado Basant Panchami.

DEUSA INANNA OU ISHTAR


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"Ela retira seu coração do mais alto dos céus e o coloca no mais profundo da terra, abandonou o céu, abandonou a terra - ao mundo inferior ela desceu."
(Trecho do livro: Caminho para iniciação feminina)

 Fui até lá
de livre vontade
Fui até lá
com meu vestido mais lindo
minhas jóias mais preciosas
e minha coroa de Rainha do Céu
No Inferno
diante de cada um dos sete portões
fui desnuda sete vezes
de tudo o que pensava ser
até que fiquei nua daquilo que de fato sou
Então eu a vi
Ela era enorme e escura e peluda e cheirava mal
tinha cabeça de leoa
e patas de leoa
e devorava tudo que estivesse à sua frente
Ereshkigal, minha irmã
Ela é tudo o que eu não sou
Tudo o que eu escondi
Tudo o que eu enterrei
Ela é o que eu neguei
Ereshkigal, minha irmã
Ereshkigal, minha sombra
Ereshkigal, meu eu.
(Oráculo da Deusa)


INANNA
É também chamada de "Estrela do Amanhecer e do Anoitecer"

Inanna é uma das mais antigas manifestações da Deusa-Mãe, venerada entre os antigos Sumérios, sendo associada ao planeta Vênus. Foi especialmente cultuada em Ur, mas era alvo de culto em todas as cidades sumérias. É cognata das deusas semitas da Mesopotâmia (Ishtar) e de Canaã (Asterote e Anat), tanto em termos de mitologia como de significado.


Ishtar
Ishtar personificava a força criadora e destruidora da vida, representada pelas fases da Lua, crescente e a cheia que favorecem o desenvolvimento e a expansão, a minguante e a negra que enfraquecem e finalizam os ciclos anteriores. Como Deusa da fertilidade ela dava o poder de reprodução e crescimento aos campos, aos animais e aos seres humanos. Foi nesta qualidade que se tornou a Deusa do Amor, que teria descido do planeta Vênus, acompanhada de seu séqüito de sacerdotisas Ishtaritu que ensinaram aos homens a sublime arte do êxtase: sensorial e espiritual.
Como rainha do céu era a regente das estrelas, pois ela mesma tinha vindo de uma estrela que brilhava no amanhecer e no entardecer e era o ponto central de seu culto. As constelações zodiacais eram conhecidas pelos antigos como o “cinturão de Ishtar” e era ela quem percorria o céu todas as noites em uma carruagem puxada por leões, controlando o movimento dos astros e as mudanças do tempo. Muitos eram os títulos que lhe foram atribuídos – “Mãe dos Deuses, A Brilhante, Criadora da Vida, Condutora da Humanidade, Guardiã das Leis e da Ordem, Luz do Céu, Senhora da Luta e da Vitória, Produtora de Sementes, Senhora das Montanhas, Rainha da Terra”.
As suas representações a mostram como a mãe que segura os seios fartos, a virgem guerreira, a insinuante sedutora, a sábia conselheira, a juíza imparcial. 
 Associada à Isis (Egito)
Afrodite (Grecia) ou Vênus (Roma)
Ishtar possuía um trono decorado com Leões e um cetro com uma serpente dupla; algumas vezes era representada na companhia de dragões. Como a Freya nórdica, Ishtar possuía um colar de arco-íris e era associada ao amor sexual, mas não necessariamente ao casamento.

 Ishtar tem como símbolo a Estrela de oito pontas:

Mas Ishtar tinha também um aspecto escuro, que surgia quando ela descia ao mundo subterrâneo e uma época de terrível depressão e desespero caia sobre a terra. Na sua ausência, nada podia ser concebido, nenhum ser podia procriar, a Natureza inteira mergulhava na inércia e inação, chorando por sua volta. Era então chamada de “Mãe Terrível, Deusa da Tempestade e da Guerra, Destruidora da vida, Senhora dos Terrores Noturnos e dos Medos”. Porém, era nessa manifestação que ela podia ensinar os mistérios, revelar as coisas ocultas, propiciar presságios e sonhos, permitir o uso da magia, o alcance da sabedoria e a compreensão dos ciclos da vida e da natureza.

Em suas formas variadas e mutantes Ishtar desempenha as múltiplas possibilidades da essência feminina, sendo a personificação do princípio feminino – seja o da natureza Yin, seja o da anima. Nas celebrações de lua cheia dedicada ao seu culto (chamadas Shapattu) as mulheres da Babilônia, Suméria, Anatólia, Mesopotâmia e Levante levavam oferendas de velas, flores, perfumes, mel e vinho para seus templos, cantavam-lhe hinos, dançavam em sua homenagem e invocavam suas bênçãos para suas vidas, suas famílias e sua comunidade.
 
Na sua personificação como Inanna temos o mito da DESCIDA DE INANNA ao submundo... muito interessante e que nos traz grandes reflexões sobre a natureza humana...


A DESCIDA DE INANNA

A história da mulher que se despiu, em sete portais sucessivos, de tudo que ela havia realizado na vida, até estar nua, com nada restando a não ser sua vontade de renascer.
(Diane Wolkstein - contadora de histórias)

No mito, Inana que é a deusa do Paraíso, radiante, alegre, cheia de vida, desce ao mundo inferior para visitar sua irmã gêmea, Ereshkigal, cujo nome significa “a senhora do grande espaço abaixo”, que acaba de perder o marido.
Solicitando entrada no
kur, o ‘mundo do não retorno’, o guardião pergunta
pelo motivo e ela responde que vem por causa de sua irmã, Ereshkigal, que se contorcia em dores. Inana é obrigada a passar por sete portais, sendo-lhe exigido que a cada portal se desfizesse de uma de suas muitas insígnias (coroa, vestimenta, jóias) de modo que adentrou nua o grande salão real, dirigindo-se diretamente ao trono de sua irmã, com reverência.  
Então Ereshkigal fitou Inana com os olhos da morte. Ela pronunciou contra ela a palavra da ira. Ela bradou contra ela o grito da culpa" e logo a matou, deixando-a pendurada num gancho até apodrecer.
Ao desfazer-se de suas insígnias como Rainha do Céu, Inana vai de encontro aos seus aspectos mais escuros, mais reprimidos. Inana e Ereshkigal são aspectos polarizados de uma mesma totalidade: os aspectos claro e escuro da Grande Deusa. A lua cheia e a lua negra, acertadamente chamada de lua nova, porque é nas profundezas da não existência, do caos, das trevas, que a vida se renova, renasce.
Ao ultrapassar o limiar do kur, o reino da morte sumeriano, passam a prevalecer as leis de Ereshkigal. Nada do que aprendemos na vida nos serve diante da morte, nada nos resta a não ser nos render, nos submeter. Este olhar da morte, impiedoso e frio, não é fácil de sustentar.
O que traz Inana de volta é a intervenção de Enki, deus da sabedoria, da água e da criatividade. Tomando um pouco da sujeira que estava debaixo de suas unhas pintadas de vermelho, “uma coisinha insignificante e rejeitada, até mesmo invisível anteriormente, e que sobrara do processo criativo maior”, ele modela duas criaturas que são enviadas ao submundo com a água e o alimento da vida, para se juntarem ao lamento de Ereshkigal, que estava para parir.
Aproximando-se da deusa e “ignorando os processos de distância e das leis do mundo superior”, estas criaturas instruídas pelo deus da sabedoria levam o aspecto escuro do feminino a tomar consciência da validade de sua experiência de dor. Ao honrarem o sofrimento e validarem essa experiência, possibilitam a transformação da destruição em generosidade. Como recompensa, ela lhes oferece o rio em toda sua plenitude, os campos plenos de colheita. Mas eles queriam apenas o corpo inerte de Inana que, sendo-lhes concedido, eles reavivam.

Gosto muito deste mito pois, como escorpiana que sou, seguido visito o Reino de Plutão para abraçar minhas sombras. E mesmo tendo feito este trajeto tantas vezes nunca é tão fácil despir-se nos portais sabendo que se vai de encontro a morte...  mas não nos resta muita alternativa, quando algo em nós precisa morrer, o melhor é aceitar e entrar no processo sem reclamar, senão... o tempo de resgate é maior. Vambora deixar cair os véus, as máscaras, a coroa, os adornos que enfeitam e inflam o ego, agradecendo a oportunidade de transmutação e ressureição que temos a cada encontro com Plutão ou Ereshkigal.
Este é o momento de encararmos nossas mazelas, nossos ódios, selvageria, raiva, medos... tudo que está oculto... e ás vezes deixamos oculto também nosso poder, nosso potencial criativo, nossa energia sexual... Não tenha medo da Sombra! Ela não é malvada como pintaram, ela é só o lugar para onde não costumamos olhar! Abraçar a Sombra é trazer estes aspectos à consciência para serem reintegrados em nossa psique. Por isso sempre voltamos dessa Jornada, das "noites escuras da alma", mais conscientes e inteiros.
E como nos diz Monika Von Koss, "cada uma de nós precisa percorrer este caminho para as profundezas de si mesma, tantas vezes quantas forem necessário, para encontrar nossas partes exiladas, recuperá-las e integrá-las na totalidade do que somos. Só assim, a totalidade da vida e da morte pode ser restaurada em sua integridade. Apenas quando reconhecemos e acolhemos todos os nossos aspectos, podemos recompor nossa integridade e nos tornarmos quem somos verdadeiramente, desde o princípio".

DEUSA HÉCATE

Deusa Hécate

Deusa Hécate alguns celebraram dia 13/agosto, outros dia 15/agosto.
Mais pode ser celebrado sempre que sentir necessidade.
Pois ela, Hécate, escuta sempre seus pedidos e esta presente sempre, mesmo se não requisitada, em todos os rituais.
* Hecate é uma das deusas Greco-Romanas simultaneamente mais temida e admirada.
Hécate é uma deusa lunar, um pouco á imagem da temida Lilith. Como todas Deusas lunares, Hécate encontra-se profundamente ligada ao mundo da magia, do oculto, da bruxaria, dos mais profundos segredos.
Hécate é a Deusa das bruxas, e simultaneamente a Deusa que vem a este mundo recolher almas para as conduzir ao abismo do reino dos mortos. Trata-se por isso de uma Deusa a que cabe um papel previligiado na «ponte» entre o mundo dos vivos, e o mundo dos mortos, entre o nosso mundo fisico e o mundo dos espiritos.

* Hécate é a Deusa das encruzilhadas, onde lhe eram dedicadas oferendas e sacrificios : bodes negros, caes negros ou gatos negros eram-lhe oferendados no decurso de rituais de adoraçao, ou de feitiçarias.
Hécate pode incorporar numa lindissima mulher de longos cabelos negros, e pode ser uma amante incomparavel. Contudo a sua fúria e o seu poder sao temíveis, e perante Hécate todo o respeito é pouco para garantir a sua ajuda.
Dizem as lendas que Hacate tambem podia assumir a forma de um majestoso lobo negro, ou de um belo cão preto.
* As estátuas existentes nas encruzilhadas onde Hécate era venerada e as bruxarias eram executadas, chamavam-se «hecateias», e constavam na fugira de uma lindíssima mulher com tres faces, ou trêss belos corpos feminino unidos num só.
Hécate permite a operaçao de tarefas misticas essencialmente atraves de processo de meditaçao. Atraves desse processo, no silencio de uma meditaçao e através do aprofundamento dos nossos sentidos, pensamentos e forças espirituais, é que Hecate reside e abre portas ao mundo magico.

* Como Deusa lunar que é, Hécate também opera a nivel dos sentidos, aguçando-os, excitando-os, fazendo com que a carnalidade e o prazer se tornem uma poderosa chave de concretização de processos misticos poderosos. Hécate reina na terra, (onde vem buscar as almas dos mortos, conduzindo-as para o submundo), no céu, (onde viaja através do luar), e do mar, (onde se enebria com os prazeres do amor), pelo que é denominada a Deusa Triplice.
Fonte: Wikipédia
* Você pode invocar a Deusa Hécate em todas as fases da lua, pois ela irá atender, mais cuidado pois, cada fase da lua representa uma "face" da Deusa.
Tenha em mente o que irá pedir, qual ritual irá fazer. Pois Hécate é generosa, amorosa, mais se você erradamente a enfurecer cuidado pois o seu poder é temível.
Eu aconselho se não tiver segurança nessa parte, só renda homenagem. Pois os antigos já diziam: "...Se você não sabe rezar, você xinga Deus..."
Eu sei que as informações são grandes na "Net", mais não vá fazendo as coisas sem saber, achando que sabe, pois tudo tem um início, meio e fim, e nem sempre isso está escrito claramente.
Estude, se informe, pesquise, tenha cuidado com xarlatões pois existem inúmeros se intitulando sacerdotes e sacerdotisas. E a maioria dos costumes, regras, ritos das Religiões são passadas oralmente por pessoas sérias e antigas nas seitas.
Tudo existe uma iniciação, então você não pode sair por ai guiando um caminhão, se você não aprendeu a dirigir.

"...Cuidado com o MAL, pois ele possui um talento para fazer amizade com o BEM e, arrastá-lo para a escuridão..."

sexta-feira, 11 de maio de 2012

DEUSA ATENA


Deusa Atena e Deus Zeus

Deusa: Atena

Atena era a deusa grega da sabedoria e das artes. Os romanos a chamavam de Minerva. Foi concebida da união de Zeus e da deusa Métis. Era uma deusa virgem, linda guerreira protetora de seus heróis escolhidos e também de sua cidade Atenas.










Porém quando Métis ficou grávida, Zeus a engoliu a esposa com medo de sua filha nascer mais poderosa que ele e lhe tirar o trono, mas para que isso acontecesse convenceu Métis a participar de uma brincadeira divina, onde cada um se transformava em um animal diferente e Métis pouco prudente acabou se transformando em uma mosca, e Zeus a engoliu e Métis foi para a cabeça dele. Mas com o passar dos anos, Zeus sentiu uma forte dor de cabeça e pediu para Hefesto lhe desse uma machadada, foi então que Atena já adulta saltou de dentro do cérebro de seu pai, já com armadura, elmo e escudo.


Atena leva uma lança em sua mão, mas que não significa guerra e sim uma estratégia de vencer, também foi a inventora do freio, sendo a primeira que amansou os cavalos para que os homens conseguissem domá-los. A cidade Atenas era sua preferida já que levou seu nome e onde também se fazia cultos em sua homenagem.

Atena e Poseidon, seu tio, chegaram a disputar o padroado de uma cidade importante, para isso estabeleceram um concurso: quem desse o melhor presente à cidade ganharia a disputa. Poseidon bateu com seu tridente e fez jorrar água do mar e também fez aparecer um cavalo. Já Atena além de domar o cavalo e torná-lo um animal doméstico, também deu como presente uma Oliveira que produzia alimento, óleo e madeira, foi então que ganhou e assim a cidade levou seu nome, Atenas.

Atena, considerada a deusa virgem, ficou assim durante toda a história, pois pedia para que os deuses não se apaixonassem, pois ela ficaria grávida e teria que largar sua vida de guerras e passar a viver em uma vida doméstica.

Atena também ficou conhecida como Minerva pelo voto de desempate que deu quando julgou Orestes juntamente com o povo de Atenas. Orestes matou a mãe para se vingar da morte do pai. Atena deu o voto de Minerva como é conhecido hoje, e declarou Orestes inocente.

Essa grande deusa era para ser a nova Rainha do Olimpo, mas como era mulher seu pai continuou no trono. Mas Atena foi a deusa da sabedoria, prudência, capacidade de reflexão, poder mental, amante da beleza e da perfeição.






Deus: Zeus
Zeus é o principal deus da mitologia grega. Era considerado, na Grécia Antiga, como o deus dos deuses. O nome Zeus em grego antigo significava “rei divino”.
Zeus era filho mais jovem do casal de titãs Cronos e Rea. Casou-se com a deusa e irmã Hera (deusa do casamento). Porém, de acordo com a mitologia grega, teve várias amantes (deusas e mortais) e vários filhos destes relacionamentos. Os filhos mais conhecidos de Zeus são: Apolo (deus da medicina e da luz), Atenas (deusa da sabedoria e da estratégia), Hermes (deus do comércio e dos viajantes), Perséfone (deusa do mundo subterrâneo), Dionísio (deus do vinho) , Herácles (herói grego) , Helena (princesa grega) , Minos (rei de Creta) e Hefesto (deus do fogo).

De acordo com a crença dos gregos antigos, Zeus ficava no Monte Olimpo governando tudo o que acontecia na Terra. Era considerado também o deus do céu e do trovão. Era representado nas pinturas e esculturas num trono ou em pé, ao lado de um raio, carvalho, touro ou águia. Estas representações simbolizavam qualidades e poderes (rapidez, força, energia, comando) atribuídos ao deus.

Entre os deuses romanos, na mitologia romana, Zeus era conhecido como Júpiter, possuindo as mesmas características e atributos da mitologia grega.



O grande Zeus nunca deixou de punir os homens que mentiam e quebravam seus juramentos, enfurece-se com qualquer tratamento hostil endereçado aos mortos. A justiça tornou-se companheira de Zeus.


É um deus muito ativo, totalmente vivo e com os dias cheios de vida e inúmeros projetos.
Na Odisséia, Zeus atinge um nível mais elevado.
Senhor do céu, habitando as montanhas cheias de sol, como vêem os poetas.
Fídias esculpiu sua estátua, em que os atenienses pensavam ver simbolizadas a força e as virtudes de Zeus.

DEUSA AURORA

DEUSA AURORA


Aurora era a deusa romana do amanhecer, equivalente à grega Eos.
 Aurora é a palavra latina para amanhecer.
 Aurora renovava-se todas as manhãs ao amanhecer e voava pelos céus anunciando a chegada da manhã.
 Tinha como parentes um irmão, o Sol, e uma irmã, a Lua.
Também tinha muitos maridos e quatro filhos, os ventos Norte, Leste, Oeste e Sul, um dos quais foi morto.
Um de seus maridos era Tithonus, a quem ela havia inicialmente tomado como amante. Aurora pediu a Júpiter para conceder a imortalidade a Tithonus, no entanto, deixou de pedir-lhe a juventude eterna.
 Como resultado, Tithonus acabou envelhecendo eternamente

DEUSA TALLUS


DEUSA TELLUS


TELLUS NA MITOLOGIA ROMANA ERA DEUSA DA TERRA. ELA REPRESENTA O SOLO FÉRTIL E TAMBÉM O FUNDAMENTO SOBRE QUE REPOUSAM OS ELEMENTOS QUE SE GERAM ENTRE SI.

DIZEM-NA MULHER DO SOL OU DO CÉU, PORTANTO A UM COMO AO OUTRO DEVE A SUA FERTILIDADE. ERA REPRESENTADA COMO UMA MULHER CORPULENTA, COM GRANDE QUANTIDADE DE PEITOS. FREQUENTEMENTE SE CONFUNDEM TELLUS E TERRA COM CIBÉLE. ANTES DE ESTAR APOLO DE POSSE DO ORÁCULOS DE DELFOS, ERA TELLUS QUE O POSSUIA E O DIVULGAVA, MAIS EM TUDO ESTAVA EM MEIAS COM NETUNO. DEPOIS, TELLUS CEDEU OS SEUS DIREITOS A TEMIS, E TEMIS A APOLO

DEUSA POMONA


Na Mitologia Romana, Pomona é a deusa das frutas, dos jardins e dos pomares. Seu nome vem da palavra latina pomum, que se traduz como "fruto". É apresentada em figura de uma bela ninfa. A tesoura de poda é seu atributo. Ela é deusa unicamente romana, nunca identificada com qualquer homólogo grego, e é particularmente associada com o florescimento das árvores.


♥ Pomona e Vertumno ♥

A mitologia conta que Pomona dedicava seu tempo a podar as plantas que cresciam excessivamente e a cortar os ramos que saíam de seus lugares, e também, para que suas plantas prediletas não ficassem secas, conduzia até elas a água através de canais. Essa ocupação era seu objetivo e sua paixão, e estava livre do que Vênus, a deusa do amor inspira. Mantinha seu pomar fechado, sem permitir que nenhum homem entrasse lá. Muitos dariam tudo de que dispunham para possuir tal ninfa de beleza singular. Vertumno é o deus das estações, crescimento das plantas, bem como jardins e árvores frutíferas. Amava Pomona mais do que todos os outros; mas não tinha mais sorte do que eles. Ele pode mudar a sua forma à vontade, podendo se transformar no que quiser. Por vezes, sob um disfarce, ele se aproximara de Pomona. Certa vez, apareceu com um cesto de trigo e o entregou a ela. Outrora, carregando uma escada, dava a impressão de que ia colher maçãs. Assim, conseguia aproximar-se de Pomona freqüentemente e alimentava a paixão com a sua presença.

Certo dia, ele apareceu disfarçado de velha, com cabelos grisalhos e tendo um bastão na mão. Entrou no pomar da ninfa e admirou seus frutos. Sentou-se num banco e olhou para os ramos carregados de frutos que pendiam acima dela. Em frente, havia um olmo, por cujo tronco subia uma parreira, carregada de uva. Elogiou a árvore e a vinha. Disse a Pomona que se a árvore ficasse só, sem a vinha lhe subindo o tronco, nada teria para atrair ou oferecer. E, igualmente, a vinha, se não se enroscasse em torno do olmo, estaria prostrada no chão. Em seguida perguntou por que não aproveitava a lição da árvore e da vinha e concordava em unir-se a alguém. Pomona disse que todos da região eram uns boçais. Vertumno, ainda em seu disfarce de velha, aconselhara a ela senão ele mesmo, dizendo que Vertumno não era uma divindade errante, e que nem se assemelhava a muitos que amam todas que têm ocasião de ver. Disse que ele é jovem e belo e tem o poder de assumir qualquer aspecto que deseje, e pode transformar-se exatamente naquilo que deseja. Além do mais, disse, ele ama as mesmas coisas que você, adora jardinagem e admira seu pomar. Disse ainda que os deuses castigam a crueldade e de que Vênus detesta os corações duros e vingar-se-á de tais ofensas, mais cedo ou mais tarde.

Depois de dito isso, Vertumno livrou-se do disfarce de velha e se mostrou tal como era, um belo jovem. Ia renovar seus apelos, mas não houve necessidade; seus argumentos e seu próprio aspecto triunfaram e a ninfa já não mais resistiu, correspondendo-lhe com o mesmo ardor.