DEUSAS...

QUERO TER SEMPRE ASAS SOLTAS. QUERO ENCONTRAR MEU ACONCHEGO. AGORA ALIMENTO MEU SER COM PLENITUDE,POIS ENCONTREI UMA RAZÃO PARA VOLTAR E ESSA RAZÃO É A VIDA...

sábado, 18 de agosto de 2012

DEUSA DIKÉ


Deusa Diké

Diké, Deusa grega da JustiçaDiké, Deusa grega da Justiça
Diké (Δίκη), divindade grega que representa a Justiça do caso concreto e os Julgamentos, também conhecida como Dice, é a vingadora das violações da lei. É representada descalça e com os olhos bem abertos (simbolizando a sua busca pela verdade).
Ela observava as ações do homem, e se aproximava do trono de Zeus com lamentações, sempre que um juiz violava a justiça. Diké era o inimiga da mentira, e protetora do sábio emprego da justiça. Ela é conhecida como assistente ou conselheira (paredros ou xunnedros) de Zeus. Nas tragédias, Diké aparece como uma divindade que pune severamente o que estiver errado, vigiando a manutenção da justiça, e atravessando o coração dos injustos com a espada feita para ela por Aesa. Nessa função, ela está intimamente ligada com a Erinias, embora não trate apenas de punir a injustiça, mas também premiar a virtude. Ninguém ousava a se manifestar abertamente contra ela, quem o fizesse era automaticamente taxado de louco, tal era o poder da deusa, controladora das línguas dos homens, de suas declarações por escrito, seus contratos, e muitas outras coisas. Era impossível ser encontradas proclamações contra Dikée cada Estado sobre a Terra a invocava continuamente, sabendo que não seria capaz de existir sem ela e sua Justiça.
Durante a Idade de Ouro, Diké tinha sua morada na Terra e ainda ficou entre os humanos na Era de Prata. Mas, naquela época não haviam nações em guerra e nem haviam frotas, pois ninguém sabia navegar, mas em vez disso, os homens cuidavam de seus campos. Porém aos poucos a humanidade se tornou menos preocupada com seus deveres e mais gananciosos, e assim Diké começou a ser raramente procurada, com os homens os repreendeu severamente, avisando-os:
“Vede que grande corrida s pais da Idade de Ouro deixou atrás de si! Sois muito mais fracos do que eles! De vocês virão uma  prole infame! Guerras e um cruel derramamento de sangue deverá recair aos homens e o doloroso pesar deverá ser colocada sobre eles.”
(Diké para os homens da Era de Prata. -Aratus, Phaenomena 123).
Com os homens se tornando mais e mais doentes, a Raça de Bronze nasceu. Estes foram os primeiros a forjar a espada do salteador e os primeiros a comer a carne do boi que antes apenas carregava o arado. A Justiça detestou essa corrida, e por não ser capaz de suportar mais, deixou a Terra e foi para o céu, estabelecendo-se perto perto da constelação Boieiro (tambpem identificada pela Ursa Maior) como a constelação de Virgem.
Diké & Adikia
Diké (a justiça personificada) derrotando Adikia (a injustiça) com um machado.
Diké já foi representada estando no peito de Cypselus como uma bela deusa, arrastando Adikia/Adicia (a injustiça), sua eterna inimiga, com uma mão, enquanto que na outro segurava um cajado com o qual ela batia emAdikia.
Filha de Zeus com Têmis e mãe de e Hesychia, a tranquilidade de espírito, Diké era considerada era uma das Horas, deusas  das estações. Suas irmãs eram Eunomia (Ordem) e Eirene (Paz). Como suas irmãs, ela representa o crescimento da natureza, na primavera.
Os gregos colocavam a balança com os dois pratos (representando a igualdade buscada pelo direito) na mão esquerda da deusa Diké, mas sem o fiel no meio, e em sua mão direita estava uma espada (simbolizando a força) e estando de pé com os olhos bem abertos. O fiel só iria para o meio após a realização da justiça, do ato tido por justo, pronunciando o direito no momento de “ison” (equilíbrio da balança). Note-se que, nesta acepção, para os gregos, o justo (Direito) era identificado com o igual (Igualdade). O fato de que a Deusa grega tinha uma espada e a romana não, mostra que os gregos aliavam o conhecer o direito à força para executá-lo.
O direito não é mero pensamento, mas sim força viva. Por isso, a Justiça segura, numa das mãos, a balança, com a qual pesa o direito, e na outra a espada, com a qual o defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é a fraqueza do direito. Ambas se completam e o verdadeiro estado de direito só existe onde a força, com a qual a Justiça empunha a espada, usa a mesma destreza com que maneja a balança”.
Diké é a palavra grega que significa decisão justa e que se distinguia de Nomos, a norma, a formulação geral. Tem a mesma origem que a expressão latina digitus, dedo, significando inicialmente indicação, decisão, coisa que se ditava.
Parentesco:
  • Filha de Zeus e Temis (também há uma versão em que ela é relatada como filha de Astraeus e Eos)
  • Irmã de Eunomia e Eirene /Irene
  • Mãe de  Hesychia.
Deusas com os mesmos atributos:
  • Mitologia Grega: Astréia, Têmis
  • Mitologia Romana: Iustitia
Diké
A diferença entre a Diké Grega e a Iustitia Romana é a posição de sua espada
Guia rápido de Correspondências:
Invoque Diké para: Justiça, julgamentos, problemas com a Lei, defesa de causas justas.
Aromas e ervas: Lavanda
Dia: Quinta-feira
Elemento: Ar
Estação do ano: Primavera
Signos relacionados: Virgem, Libra
Símbolos: Balança, espada
fonte do texto e fotos: http://dezmilnomes.wordpress.com/2011/03/19/dike/
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Marcadores: Deusa Diké

10/11/2011

Deusa Diké

DIKÉ:  divindade grega que representa a Justiça, também conhecida como Dice, ou ainda, Astreia. Filha de Zeus e Themis ela não usa vendas para julgar.
De acordo com Ferraz Júnior (2003, p. 32-33) os gregos colocavam a balança, com os dois pratos, na mão esquerda da deusa Diké, mas sem o fiel no meio, e em sua mão direita estava uma espada e estando de pé com os olhos bem abertos declarava existir o justo quando os pratos estavam em equilíbrio, ísion, origem da palavra isonomia, que para a língua vulgar dos gregos, o justo (o direito) significa o que era visto como igual. “O fato de que a deusa grega tinha uma espada e a romana não, mostra que os gregos aliavam o conhecer o direito à força para executá-lo”. (FERRAZ JÚNIOR, 2003, p. 32-33). 
Segundo IHERING, 2004 “o direito não  é mero pensamento, mas sim força viva. Por isso, a Justiça segura, numa das mãos, a balança, com a qual pesa o direito, e na outra a espada, com a qual o defende. A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada  é a fraqueza do direito. Ambas se completam e o verdadeiro estado de direito só existe onde a força, com a qual a Justiça empunha a espada, usa a  mesma destreza com que maneja a balança.” 
Fonte: http://www.cs.utk.edu/~mclennan/BA/PT/M20-image.gifBibliografia:
FERRAZ JÚNIOR, Tércio Sampaio.  Introdução ao estudo do direito: técnicas, decisão, dominação. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2003. p.32-33.
IHERING, Rudolf Von. A luta pelo direito. 4. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2004. p. 27
fonte do texto e da foto: stf.gov.br
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Postado por FLAVY RIBEIRO às 19:04 Nenhum comentário:
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PERSEU E ANDRÔMEDA


Perseu e Andrômeda!

"Fúria de Titãs", a História conta a saga do filho de Zeus.
(autoria desconhecida)
Perseu com a cabeça da Medusa, Antonio Canova.

Perseu foi o herói mítico grego que decapitou a Medusa, monstro que transformava em pedra qualquer um que olhasse em seus olhos. Perseu era filho de Zeus, que sob a forma de uma chuva de ouro, introduziu-se na torre de bronze e engravidou Danae (Dânae), a filha mortal do rei de Argos.
Perseu e sua mãe foram banidos pelo avô, Acrísio, que temia a profecia de que seria assassinado pelo neto, atirando-os numa urna para que levasse os dois para bem longe.
Protegida por Zeus, a embarcação chegou a ilha de Serifo, onde foi encontrada pelo pescador Díctis, irmão do rei de Serifo. Perseu e sua mãe viveram na casa de Díctis e sua esposa por anos, até que um dia, o rei, Polidectes, quando passava pela casa de seu irmão, resolveu visitá-lo. Ao ver Dânae, apaixonou-se e quis se casar com ela.
Perseu se tornou um grande homem, forte, ambicioso, corajoso, aventureiro e protetor da mãe. Polidectes, com medo de que a ambição de Perseu o levasse a lhe usurpar o trono, propôs um torneio no qual o vencedor seria quem trouxesse a cabeça da Medusa. O instinto aventureiro de Perseu não o deixou recusar.
Perseu, conhecendo sua mãe, disse que iria participar do torneio, mas não disse que iria enfrentar a Medusa, com receio de que ela o impedisse. Da batalha contra Medusa saiu vitorioso graças à ajuda de Atena, Hades e Hermes. Atena deu a ele um escudo tão bem polido, que tal qual num espelho, podia se ver o reflexo ao olhar para ele. Hades lhe deu um capacete que torna invisível quem o usa, e Hermes deu a ele suas sandálias aladas, três objetos que foram definitivos para a vitória de Perseu.
Perseu e Andrômeda.
Então Perseu, guiado pelo reflexo no escudo, sem olhar diretamente para a Medusa, derrotou-a cortando sua cabeça, que ofereceu à deusa Atena.
Diz a lenda que, quando Medusa foi morta, o cavalo alado Pégaso e o gigante Crisaor surgiram de seu ventre.
Na volta para casa, matou um terrível monstro marinho e libertou a linda Andrômeda, com quem se casou. Conforme a profecia, Perseu acabou assassinando o avô durante uma competição esportiva, em que participava da prova de arremesso de discos. Fazendo um lançamento desastroso, acertou acidentalmente seu avô sem saber que ele estava ali. Assim, cumpriu-se a profecia que Acrísio mais temia. Apesar disso Perseu se recusou a governar Argos (trocando de reinos com Megapente filho de Preto) e governou Tirinto e Micenas (cidade que fundou), estabelecendo uma família cujos descendentes incluíam Hércules.

Crisaor
Na mitologia grega, Crisaor era um gigante, filho de Poseidon e Medusa. Foi concebido quando em pleno solo de um templo de Atena, que, enfurecida pela profanação, transformou Medusa em uma górgona.Assim, Crisaor e seu irmão, o cavalo alado Pégaso, não nasceram até que Perseu decapitou Medusa.
Crisaor é o guerreiro da espada de ouro que aparece no mito de Perseu.


(gerado por Medusa quando ela foi estuprada por Poseidon num templo de Atena, assim que a transformou numa Górgona.)
 

Andrômeda

Andrômeda acorrentada ao rochedo numa pintura de Gustave Doré
Andrômeda era filha de Cefeu, rei da Etiópia, e de Cassiopéia. Foi acorrentada num rochedo como sacrifício para o fim da destruição da Etiópia, causada por um monstro enviado por Poseidon. Fora libertada por Perseu, que a recebeu em casamento. Partiu com Perseu para Argos e, em seguida, para Tirinto, onde viveram por muito tempo, tendo vários filhos, Alceu, Electrião, Estênelo, Gorgófona, Helio, Mestor e Perses. É atualmente o nome de uma nebulosa, uma galáxia-NGC 224 e uma constelação.
 
 
 
 
História
Na Mitologia grega, Andrômeda era o nome da filha de Cefeu e Cassiopéia, Rei e Rainha do reino fenício da Etiópia.
Sua mãe Cassiopéia uma vez disse que ela era mais bonita que as Nereidas, Ninfas filhas do deus Nereu, que geralmente é visto acompanhando Poseidon. Para punir a rainha pela sua arrogância, Poseidon irmão de Zeus e deus do Mar, enviou um monstro marinho, Cetus, para atacar a costa da Etiópia e o reino da rainha vaidosa. O rei desesperado consultou Ammon, o oráculo de Zeus, que anunciou que não haveria paz enquanto o Rei não sacrificasse a sua filha virgem Andrômeda para o monstro. O rei não teve outra escolha a não ser sacrificar a filha, e Andrômeda foi acorrentada em um rochedo para que ela fosse devorada.
Perseu, retornando após ter assassinado a górgona Medusa, encontra Andrômeda e mata o monstro Cetus. Libertou-a, e se casou com ela, apesar de Andrômeda tendo sido prometida anteriormente a Phineus. No casamento, realizou-se uma desavença entre os rivais, e Phineus foi transformado em pedra por ter visto a cabeça da Górgona.
Andrômeda seguiu o marido para Tirinto, em Argos, e juntos eles se tornaram os ancestrais da família Perseida através da linha de seu filho Perses. Perseus e Andrômeda tiveram seis filhos: Perseides, Perses, Alceu de Mitilene, Heleus, Mestor, Estênelo, e Electrião, e uma filha, Gorgophone. Os seus descendentes governaram Micenas, do baixo electrião até Euristeu. De acordo com a mitologia, Perses é o antepassado dos persas.
Após sua morte, ela foi colocada por Atena entre as constelações no céu do norte, perto de Perseu e Cassiopéia. Sófocles e Eurípides (e, em tempos mais modernos Corneille) descrevem a história como uma tragédia. A história está representada em numerosas obras de arte antiga.
fonte:Origem: Wikipédia
.http://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%B4meda
Ficha bibliográfica (visualização ISBD)
[916192]
[PERSEU E ANDROMEDA]
[Perseu e Andromeda] [Visual gráfico. - [S.l. : s.n., 16--?]. - 1 gravura : água-forte, p&b. - Data provável baseada em características formais. - Dim. da matriz: 28x53 cm
CDU 292 Andromeda (084.1)
292Perseu(084.1)
762(=1.4)"16"(084.1)
http://purl.pt/7067/1/
Autor"">© Biblioteca Nacional Digital
- ContentE v.1.3 -2006-06-09T11:42:28
Em 'Fúria de Titãs', a disputa pelo poder lança os homens contra os reis, e os reis contra os deuses. Mas a guerra em curso entre os deuses já é suficiente para destruir o mundo. Nascido de um deus, porém criado como homem, Perseu (SAM WORTHINGTON) se vê indefeso para salvar a família da aniquilação por Hades (RALPH FIENNES), o vingativo deus do reino dos mortos. Sem nada a perder, Perseu se oferece como voluntário para comandar a perigosa missão de derrotar Hades, antes que este consiga obter poder de Zeus (LIAM NEESON) e instalar o inferno na Terra. Liderando um grupo de guerreiros, Perseus parte numa arriscada jornada nas profundezas dos mundos proibidos. Combatendo demônios cruéis e monstros terríveis, ele somente irá conseguir sobreviver se aceitar seu poder como um deus, desafiar a sorte e criar seu próprio destino
Postado por Deusa Sophia às 16:31
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Marcadores: Perseu
Postado por FLAVY RIBEIRO às 18:56 Um comentário:
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DEUSAS DO AMOR 2

 "Deusas do Amor". Qandisa – (Norte Marrocos) é uma jovem Deusa da luxúria e do amor, representada como uma demónia, vive em fontes e rios. Seduz jovens, deixado-os loucos. No Solstício de Verão, são-lhe oferecidos sacrifícios. É possível que seja uma versão de uma Deusa mais velha como Astarte.
Tlazolteolt – (Azteca) é a Grande Deusa da Fertilidade, do amor carnal, do parto. É uma Deusa Bruxa e também é associada à Lua. É muitas vezes representada com uma espiga de milho na mão e um maracá na outra.

Venus – (Romana) é uma Deusa associada ao amora, beleza e fertilidade. Idêntica à grega Afrodite. É associada aos golfinhos, ao ganso, o cisne e a pomba. (ver Afrodite)

Xochiquetzol – (Azteca) é uma Deusa associada à fertilidade, beleza e poder sexual feminino, protege as mães jovens e é patrona da gravidez, nascimentos e das artes praticadas pelas mulheres. Representa também o desejo humano, o prazer, e o excesso, aparecendo também como patroa das prostitutas e artesãos que manufacturem itens de luxúria. É associada a pássaros e borboletas.
Postado por FLAVY RIBEIRO às 18:46 Nenhum comentário:
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DEUSAS DO AMOR

Mulheres não são homens com o sexo masculino extirpado, em busca da liberdade perdida, somos seres complexos, filhas de Vênus, com o coração a flor da pele, exposto em cada célula.
 Somos calorosas, envolventes, úmidas, e não estamos aqui pra competir com totem nenhum, pra tomar o lugar de ninguém.
Queremos um ombro largo onde possamos recostar antes de dormir, acho que isso é uma unanimidade entre nós.

 Queremos beijos compridos, olhos nos olhos. Podemos trabalhar em grandes cargos, ou não, mas todas gostamos de ser protegidas pelos guerreiros másculos que nos cercam, mesmo que eles insistam em cultivar qualquer barriguinha (ão).
Gostamos de ganhar flores, gostamos de nos enfeitar e pagamos caro por massagens que possam curar um pouco da carência que nós mesmas criamos ao nos declarar completamente independentes.

 Ninguém é completamente independente e isso não é um atributo feminino, é um atributo humano. Precisamos uns dos outros e gostamos da companhia sincera de um abraço querido.
Concordo com a revolução feminista, como uma sacudidela, pois estávamos confundindo tendências amorosas com submissão completa.

Porque somos naturalmente cuidadoras, não significa que precisamos ficar fechadas em casa como posse de outrem.
 Não precisamos ficar trancadas na caixinha, impedidas de nos manifestar, só porque somos preciosas.
 Não podemos nos permitir abusos, claro. Mas queremos nos entregar…
 Nos derreter aos braços fortes, de um homem de verdade…
Um homem capaz de nos deixar ser e de reconhecer todo amor que podemos florir em sua vida.
E covardes são os que nos impedem de nos expressar, com toda a nossa beleza, com toda a sensibilidade que podemos plantar no mundo deles.
 E nossa histeria está no medo dessa entrega, no medo da dor de sermos abusadas, de se aproveitarem de nosso carinho.
Assumir a fragilidade nos torna fortes, e capazes de cumprir a missão do toque de Moça, onde tudo que enconstamos fica tão doce quanto nosso mais verdadeiro olhar.

O que acontece é que não precisamos nos defender dessa forma.
 Chega de nos protegermos do que mais queremos. De afastar nossos desejos mais profundos pra nos adequarmos a uma realidade masculina, onde reina a competição.
 Mas esse é o reino deles, o de Marte, como já bem disseram.
 E tudo bem que sejam assim, é isso que nos falta e é essa a parte que precisamos que preencham por nós.
 Podemos simplesmente nos afastar dos que ainda não estão prontos para a maciez de que somos capazes.
Ou em casos mais complicados, hoje, temos outros meios de nos defender.
Façamos agora, a revolução feminina.
 E nos rendamos aos nossos impulsos acolhedores, à companhia dos homens, ao amor que podemos expressar.
 Seremos todas Deusas do Amor caminhado pelo mundo,  nos expressando pela vida, nos doando para a humanidade.
 Presentearemos os homens com nossos dons, aceitaremos que somos diferentes deles, e receberemos o que têm de melhor para nos dar.
Sem tentar ser, ou destruir o outro sexo. Nem primeiro, nem segundo, só diverso.(Vamos incluir - mais um dilema em nosso repertório de habilidades naturais
Postado por FLAVY RIBEIRO às 18:43 Nenhum comentário:
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DEUS BALDUR

Baldur

 
Balder
Deus do sol, da beleza, da inocência, da reconciliação e da pureza. Representa a suprema perfeição.
Baldur ou Balder ou Bálder (Baldr no original): É uma divindade da justiça e da sabedoria filho de Odin e Friga, amado por todos em Asgard, invulnerável às armas, pois os Deuses haviam prometido a Friga não feri-lo, menos Loki, que tramou sua morte.  Como uma divindade do céu, ele era considerado um Deus de fulgor e beleza. Seu nome poderia significar literalmente “o brilhante“. Tem como símbolos a roda solar e o fogo. 
Balder disseminou a boa vontade e a paz em todos os lugares que visitou, o que fez dele um dos deuses mais amados. Sua popularidade e bondade inata atraíram a ira de Loki, um filho de gigantes que tramava o mal. Um dia, Balder passou a ser atormentado por estranhos pesadelos, um sinal da morte iminente, e isso acabou perturbando todos os deuses. Depois de muitos problemas, Odin determinou o destino de Balder e tomou algumas precauções para evitá-lo, enviando Frigga com a missão de obter um juramento de todos os seres vivos e não vivos de que não iriam fazer mal a Balder. Porém, Loki se disfarçou de mulher e teve uma conversa com Frigga, descobrindo que uma pequena planta, o visco, não prestara o juramento, pois Frigga a julgara inofensiva a Balder por ser muito jovem.  
Aconteceu, então, uma festa em que todos os deuses atiravam toda sorte de coisas em Balder, as quais sempre se desviavam de seu alvo. Havia um, porém, que não participava da brincadeira, Hodr (ou Hod), irmão cego de Balder. Loki, disfarçado, perguntou a Hod por que ele também não participava, e este respondeu que não sabia em que direção atirar. Aceitando a sugestão de Loki, Hod atira uma flecha feita de um ramo de visco no coração de Balder, que no mesmo instante cai morto.  
Frigga pede para Hermodr ir ao submundo trazê-lo de volta. Hel concorda, com a condição de que todos os seres derramassem uma lágrima por Balder. Todos os seres então choram a morte de Balder, mas a tentativa é novamente frustrada por Loki, que disse que não o faria. Não obstante, esperava-se que Balder retornasse após uma grande catástrofe mundial (o Ragnarok) e governasse um mundo novo. A semelhança dessas expectativas pode ter ajudado na difusão inicial do cristianismo entre os nórdicos.  
Balder é marido da bela Nanna, uma deusa benevolente e bela, que se atirou em sua pira funerária para habitar em Hel com seu marido. São pais de Forseti, uma divindade da justiça, que alguns dizem presidir as Things (assembléias dos homens livres).  

Mimir

 
               
Mimir

Mimir, Mimr, Mimi (o mais sábio) – Guardião da Fonte da Sabedoria e amigo de Odin.             
É um dos deuses gigantes antigos. Obteve todo o seu conhecimento ao beber do poço da Grande Sabedoria nas raízes de Yggdrasil.  É um dos deuses fundamentais na mitologia nórdica cuja cabeça foi amputada e mandada a Odín durante a guerra entre os Æsir e os Vanir. Ele era reconhecido por seu conhecimento e sabedoria e Odín viajou à terra dos gigantes Jotunheim, para adquirir a sabedoria e o conhecimento omnisciente de Mimir.                
O conhecimento foi obtido de beber do poço mágico de Mimir, mas como preço por beber dele Odín foi forçado a se sacar um de seus olhos. Depois do qual, voltou a Asgard com a cabeça Mimir para consultas oraculares de acordo a algumas histórias. Mimir foi também o conselheiro de Hœnir após que se convertesse no soberano dos Vanir.         
Após o armísticio entre os deuses Vanir e Æsir Mimir foi enviado para os Vanir como refém junto com o silencioso Hoenir. Apesar de sua famosa sabedoria Mimir jamais a compartilhava porém foi o silencio de Hoenir que enfureceu os Vanir que inexplicavelmente se vingaram cortando a cabeça de Mimir com ervas e encantamentos com runas, Odin embalsamou a cabeça e colocou-a dentro de uma fonte de yggdrasil por meio de invocações e símbolos runicos Odin conseguia fazer a cabeça falar e por meio dela buscava conselhos e orientação.    
           

Hella
Hella

Na mitologia nórdica, Hel, Hela ou Hell é filha de Loki e da gigante Angrboda, irmã mais nova de Fenrir e da serpente de Midgard. A serpente de Midgard foi banida por Odin para o mar que cerca a Terra, mas a fera cresceu tanto que podia se colocar à volta do mundo e tocar na própria cauda. Lobo Fenrir foi preso com uma corrente feita pelos espíritos da montanha, chamada Gleipnir. 
Hel foi banida por Odin para o mundo inferior que recebeu seu nome, Helheim, que fica nas profundezas de Niflheim. Helheim fica às margens do rio Nastronol, que equivale ao rio Aqueronte da mitologia grega. Lá, recebeu o poder de dominar nove mundos ou regiões, onde distribui aqueles que lhe são enviados, isto é, aqueles que morrem por velhice ou doença. Seu palácio chama-se Elvidner, sua mesa era a Fome, sua faca, a Inanição, o Atraso, seu criado, a Vagareza, sua criada, o Precipício, sua porta, a Preocupação sua cama, e os Sofrimentos formavam as paredes de seus aposentos. Hela podia ser facilmente reconhecida, uma metade de seu corpo era de uma linda mulher, e a outra parte de um corpo terrível em decomposição. 
A personalidade de Hel difere das dos deuses do mundo inferior das demais mitologias: Ela não é boa e nem má, simplesmente justa. 
O termo inglês Hell (Inferno em português) origina-se do nome desta deusa. 
Hoder/Hagal/Hodur
Hoder

Na mitologia nórdica, Höðr (ou Hoder) era um deus cego, irmão de Balder. Assassinou involuntariamente seu irmão e morreu pelas mãos de Vali, filho de Odin.         
Deus da noite, da neve e inverno.  Hoder possuí a capacidade de manipular as energias místicas da natureza. Além de possuir habilidades psíquicas que lhe dão visões de acontecimentos que estão muito distantes ou que se encontram em futuros possíveis.   
Segundo o relato contido nas Eddas, o deus Balder tinha pesadelos onde pressagiava sua morte e sua mãe, a deusa Frigg percorreu o mundo fazendo com que todas as coisas do mundo jurassem que jamais machucariam seu filho. Loki soube disso e se enfureceu, indo falar com Frigg disfarçado e ela lhe mencionou que não havia considerado necessário fazer jurar ao visgo, por considerá-lo inofensivo. Loki ao saber isso fez um dardo utilizando um ramo de visgo e guiou a Höðr para que se lo arrojasse como uma brincadeira, matando assim a Balder. Em outra versão diferente do mito relatado em Gesta Danorum, não se faz menção a Loki e Balder é morto por Höðr com uma punhalada.          
Weiland
        
Weland

WELAND (WIELAND, WAILAND, VOLUND) – “O DEUS FERREIRO”   
Weland, deus germânico adotado pelos saxões, era conhecido como exímio artesão, hábil na arte da metamorfose. Era filho de Wade, rei dos finlandeses que possuía um barco mágico: sua avó Wachilt era uma misteriosa “mulher do mar”, possivelmente uma sereia, dotada de poderes sobrenaturais. Junto com seus 2 irmãos, Egil e Slagfid, Welan se encontrou nas margens de um rio, com três cisnes que se transformaram em 3 lindas donzelas e começaram a fiar linho. Os três irmãos se apaixonaram imediatamente por elas, roubaram-nas e esconderam-nas sob o manto de penas, levando-as para casa deles, onde viveram felizes por sete anos. No oitavo ano, as donzelas se entristeceram, com saudades de sua terra. No nono ano, desapareceram e reassumiram a forma de cisnes. Após uma série de aventuras, nas quais foi capturado e encarcerado e uma ilha distante. (por um rei que exigiu que o ferreiro trabalhasse exclusivamente para ele), Wailand escapou do cárcere voando com um par de asas, que confeccionou na tentativa de escapar e encontrar sua mulher. Conhecido como “forjador de espadas mágicas”, Wailand confeccionou armas para os deuses Aesir e para o herói anglo-saxão Beowulf, para que este matasse um dragão. Assim como seu equivalente deus grego Hefaísto, Wailand era manco (deficiência que adquiriu quando torturado pelo rei ), mas forte, calado e soturno.          
Na Inglaterra, no White Horse Valley (Vale do Cavalo Branco), em Uffington, existe um círculo de pedras neolíticas conhecidas como Wailand’s Smith (a “Ferraria de Wailand “). Segundo a lenda, se alguém deixasse ali, à noite, um cavalo e uma moeda de prata, no dia seguinte, encontraria o cavalo com uma ferradura nova, feita pelo “ferreiro sobrenatural”.          
 FONTE: MISTÉRIOS NÓRDICOS – MIRELLA FAUR          

Lóki

 
Loki
Loki (também conhecido como Loke ou Loptr) é um deus ou um gigante da mitologia nórdica. Deus do fogo, também está ligado à magia e pode assumir muitas formas. Ele não pertence aos Aesir, embora viva com eles. Pode ser considerado como um símbolo da maldade, traiçoeiro, de pouca confiança; está entre as figuras mais complexas da mitologia nórdica.
Loki tem uma cara amigável e aparenta ser uma boa pessoa, mas é muito maligno, porém heróico, sendo que ele sempre da um jeito da arrumar suas confusões.
Loki com o passar dos tempos foi perdendo a confiança do deuses, como quando ele foi responsável pela morte de Balder, ou quando ele insultou os deuses num grande banquete e para fugir se transformou num salmão, mas é claro que Odin percebeu, com seu olho que tudo vê.
Loki teve 5 filhos, com a giganta Angrboda teve Fenrir, Jormungard e Hel, por um probleminha em Asgard, Loki ”engravidou” de Sleipnir, e de seu segundo casamento teve Vali e Narvi.
De acordo com a profecia durante o Ragnarok Loki vai comandar as forças do mal para destruir os deuses e será morto por Heimdall.

É ele que traz a comédia aos reinos dos Deuses e a tragédia à história de Baldur. Loki é uma figura sinistra e poderosa, porém é mais um ser manhoso e traquino, que perverso, por vezes, escandaloso e de língua ferina, insulta os Deuses e as Deusas com suas revelações maliciosas. Ele participa de várias aventuras em companhia de quase todos os habitantes de Asgard, com exceção de Frey. Tem certos poderes mágicos e o mais notável é a habilidade de mudar de forma.
Há quem diga que devido ao culto ao Loki, o dia 1 de Abril ficou conhecido como dia da mentira, essa é uma das muitas outras versões da história dessa data.

 
As Nornes
Nornes

Deusas Nornes – Urd, Verdandi e Skuld.     
As Nornes são um clã de deuses da mitologia nórdica. A sua função é controlar a sorte, o azar e a providência. Elas também zelam pelo cumprimento e conservação das leis que regem as realidades dos homens, dos deuses, dos elfos/duendes, dos anões, dos dragões e de todos os seres míticos. Vivem protegidas por um dos ramos da árvore Yggdrasil, junto a um lago. O clã possuí apenas três integrantes, todas entidades femininas que a saber são:  Urd, Verdandi e Skuld. Elas representam o passado, o presente e o futuro, respectivamente. Urd é a guardiã do passado e é representada por uma criatura humana de idade extremamente avançada. Dentro de suas obrigações está guardar os mistérios do passado e não fornecer as chaves dos segredos antigos. Verdandi era encarregada do presente. É representada na forma de uma mãe e tudo que acontece é tecido por seus pensamentos. Ela representa o movimento, a continuidade. Skuld é a guardiã do futuro. Ela é representada na forma de uma virgem. Profecias e adivinhações estão relacionadas à ela. Skuld detém o controle de uma das maiores forças do universo: o Destino. As três têm poder sobre o destino.  
Thor
 
 
Thor
   
Thor (nórdico antigo: Þórr, inglês antigo: Þunor, alto alemão antigo: Donar) é o mais forte dentre deuses e homens, é um deus de cabelos vermelhos e barba, de grande estatura, representando a força da natureza (trovão) no paganismo germânico, disparando raios com o seu poderoso martelo Mjolnir. Ele é o filho de Odin, o deus supremo de Asgard, e de Jord (Fjorgyn) a deusa de Midgard (a Terra). Durante o Ragnarök, Thor matará e será morto por Jörmungandr. Thor também é chamado de Ásaþórr, Ökuþórr, Hlórriði e Véurr.         
Ele era grande para um deus, extremamente forte (podendo comer uma vaca em uma “refeição”). Thor adorava disputas de poder e era o principal campeão dos deuses contra seus inimigos, os gigantes de gelo. Os fazendeiros, que apreciavam sua honestidade simplória e repugnância contra o mal, veneravam Thor em vez de Odin, que era mais atraente para os que eram dotados de um espírito de ataque, ou que valorizavam a sabedoria. A arma de Thor era um martelo de guerra mágico, chamado Mjolnir com uma enorme cabeça e um cabo curto e que nunca errava o alvo e sempre retornava às suas mãos. Ele usava luvas de ferro mágicas para segurar o cabo do martelo e o cinturão Megingjard que dobrava sua força. Sua esposa era Sif, a deusa da colheita, com quem teve uma filha Thrud (Força), e de sua união com a giganta Jarnsaxa, teve os filhos Magni (Força) e Modi (Coragem). Os antigos escritores (Saxo, Adam de Bremen, Aelfric, Snorri) identificaram Thor com o deus Greco-Romano Júpiter porque ambos são filhos da Mãe-Terra, comandante das chuvas, dos raios e trovões, são protetores do mundo e da comunidade cujo símbolo era o carvalho, representando o tronco da família. Os animais de ambos deuses era o carneiro, o bode e a águia. Thor era sempre apresentado com seu martelo e Júpiter com seu cetro. Thor matou a serpente Jormungand e Júpiter o dragão Tifão.O historiador Tácito identificou Thor com Hércules, por causa de seu aspecto, força, arma e função de protetor do mundo.         
Thor gostava da companhia de Loki, apesar do talento desse embusteiro para colocar ambos em confusões. As histórias de suas aventuras estão entre as mais ricas da mitologia nórdica. No panteão nórdico, Thor era o destruidor do mal e o segundo maior expoente dos deuses Aesir. A imagem de Thor aparece em muitas estelas rúnicas assim como seu nome ou seu martelo. Thor é um excelente guerreiro e já derrotou muitos gigantes, trolls, monstros, berserker e feras, segundo o Edda em Prosa. Thor percorria o mundo numa carruagem puxada por dois bodes chamados Tanngrísnir e Tanngnjóstr. Conta-se que quando Thor percorria o céu nessa carruagem as montanhas ruíam, e o barulho provocado pelas rodas do veículo originavam os trovões. Thor habita em Thrudheimr (ou Thrudvangr) no salão Bilskirnir onde ele recebia os pobres depois que haviam morrido. Esse salão possui 540 acomodações e é considerada a maior de todas as construções. O mensageiro de Thor era o veloz Thjalfi e sua criada era Röskva, irmã de Thjalfi. Quando Thor estava longe de seu lar ele matava seus bodes e os comia, e depois os ressuscitava com martelo mágico. Thor é o criador da constelação conhecida pelos vikings como Dedo de Aurvandill. Era Thor o deus que mais possuía templos na Escandinávia.         
No Ragnarok, a tarefa de Thor era matar a cruel Jormungand ou Serpente Midgard (uma serpente tão grande que envolve a Terra), cria de Loki, mas ele morreu na batalha.         
Os anglo-saxões deram o nome de Thor ao quinto dia da semana, Thursday, ou “Thor’s day” (quinta-feira, em inglês); o mesmo aconteceu entre os escandinavos que chamaram a quinta-feira de “Torsdag”.         
(Texto retirado da Wikipédia –  http://pt.wikipedia.org/wiki/Thor)         
         
Bragi
Bragi
Deus da Eloqüência e da Poesia, patrono dos poetas na mitologia nórdica. Filho de Odin - de quem recebeu as runas da oratória na língua e a maior parte do hidromel da inspiração – e de Frigga - ou Gunnlud, dependendo da fonte -, marido da deusa Idunna, Bragi era o deus regente da poesia. Sua Função era receber os guerreiros mortos, recém-chegados aos salões de Valhalla, com poemas nos quais enaltecia seus atos de heroísmo. Descrito como um velho com barbas brancas – apesar de ser casado com a guardiã das maçãs da juventude -, Bragi era o padroeiro dos poetas (skalds), dos menestréis, dos músicos e dos artistas. Antigamente, no funerais dos reis e dos chefes guerreiros, eram feitos brindes e juramentos solenes sobre uma taça de bebida. A taça era chamada de bragarfull, ou “A taça de Bragi”, enquanto bragarmal significava o dom poético dado por Bragi a seus escolhidos.
Muito devoto à esposa, Bragi passa parte do ano junto a ela, no reino de Hel, período em que Idunna adoece, vai para Nifheim e é incapaz de voltar para sua morada em Brunnakr (metáfora usada para descrever a morte da vegetação durante o inverno).
Como não há indícios de um culto dedicado a Bragi, supõe-se que ele tenha sido um personagem histórico famoso, elevado posteriormente à condição divina graças ao seu casamento com a deusa Idunna.
Texto retirado do livro – Mistérios Nórdicos de Mirella Faur
Asatru – com a benção dos Nórdicos
Um pouco sobre a religião dos nórdicos…
Introdução
A menos de mil anos atrás os antigos sábios da Islândia tomaram uma decisão. Sob pressão política da Europa cristianizada e enfrentando a necessidade de comércio, a assembléia nacional declarou a Islândia como sendo oficialmente um país cristão. Dentro de poucos séculos os últimos remanescentes do Paganismo Nórdico, acabaram morrendo. Contudo, a Islândia era um país tolerante e os mitos, estórias, e lendas da era pagã felizmente não foram queimados, e com isso, acenderam o fogo das crenças pagãs em gerações posteriores. Em 1972, depois de uma longa campanha feita pelo poeta e Godhi (Sacerdote) Sveinbjorn Beinteinsson, a Islândia novamente reconheceu o paganismo nórdico como uma religião legitima e legalizada.
Hoje o paganismo nórdico, conhecido como Asatru (“lealdade aos Deuses” do nórdico antigo), é praticado em vários países além dos países escandinavos. O Asatru também faz parte do grupo das religiões neo-pagãs como o Druidismo, a Wicca, a Bruxaria Tradicional, a Stregheria, etc. Contudo, o Asatru permanece desconhecido pela maioria, até mesmo dentro da comunidade neo-pagã.

O mais importante para se lembrar é que o Asatru é uma religião. Não é um sistema de magia ou uma “Prática New Age”. A palavra Asatru derivou-se do “As” (Aesir, família principal dos Deuses de Asgard) e “tru” (tru - true – verdade – confiança – lealdade). Ser Asatru é estar ligado com lealdade e confiança aos antigos arquétipos do norte da Europa, contudo, você pode pegar coisas de outras religiões e outros arquétipos e continuar sendo Asatru, basta você ter o panteão nórdico como o seu preferido e sua base nos princípios nórdicos. Outra coisa característica do Asatru é a condenação da conversão, como nas religiões missionárias tipo o cristianismo. Para o Asatru não existe “verdade absoluta”; cada pessoa é dona de si mesma e é capaz de escolher sua “verdade”, nenhuma religião é errada. Asatru valoriza seus ancestrais, valoriza o estudo do passado e das origens e valoriza a guerra com sabedoria. O Asatru não é universal e não considera seu caminho como sendo o correto para todos, o Asatru acredita que há espaço para todos os arquétipos no mundo e que todos eles tem o seu valor. Baseado nisso, clamar que Zeus é o mesmo Deus que Odin é loucura.
Os Rituais do Asatru
Sacrifício
O Sacrifício é o ritual mais comum dentro do Asatru. Nos tempos antigos, se consagrava um animal aos Deuses, o sacrificavam e com sua carne fazia-se um banquete. Como hoje não somos mais camponeses, a oferenda é feita com frutas, bolos, cervejas e vinhos.
Muita gente fica com um “pé atrás” quando se fala de um ritual desse tipo. Rituais que são denominados “sacrifícios”, tem uma certa conotação violenta e sensacionalista, porque tem sido interpretado de forma errônea. Quando se fala em sacrifício vem em mente “comprar” certa entidade para que ela realize sua vontade, tipo jogar um virgem dentro do vulcão para que o mesmo não entre em erupção. Outro conceito errôneo de sacrifício é achar que se ganha algum tipo de energia com o ato de causar o sofrimento do animal. Todos essas conceitos são errôneos, se você pratica algum ritual desse tipo, você está precisando de um psiquiatra. Nossos ancestrais matavam os animais por serem camponeses, e isso era comum na época, porque sua carne era um ótimo sustento e seu couro dava ótima proteção contra o frio. Fazer isso hoje não tem sentido, pois o mundo é outro e o ser humano evoluiu.

A concepção de relacionamento com os Deuses é de extrema importância para que se compreenda a natureza do sacrifício. Nós não somos inferiores aos Deuses, e não devemos adorá-los nesse sentido. Nós somos espiritualmente ligados com eles, porque eles são facetas de nós mesmos e das forças naturais da Terra. Eles são o equilíbrio, o ciclo, a vida, a morte, eles são tudo, e nós fazemos parte desse tudo. Por isso o sacrifício não é apenas uma oferenda para conseguir um objetivo e sim uma comunhão com os Deuses. Oferecer um presente é um ótimo símbolo de amizade e comunhão. Entre as runas, Gebo é a que guarda os mistérios do sacrifício.
O sacrifício consiste em duas partes, a consagração e a oferenda. O sacerdote ou a sacerdotisa invoca oralmente os Deuses a serem honrados, depois é traçado no ar as runas dos Deuses invocados com a varinha ou o cajado. Depois disso a oferenda é colocada no altar, então é traçado o símbolo do martelo (um T invertido). Com a consagração completada, então é feita a oferenda oralmente aos Deuses. Depois de simbolicamente a divindade ter bebido e comido a oferenda, o sacerdote faz o mesmo e depois também todos os participantes do ritual. Antes de comer e beber da oferenda, saúda-se os Deuses honrados com um Hail, exemplo: “Hail Odin!”

A oferenda não é só abençoada pela força dos Deuses, mas também “passou pela língua” das divindades. Esse tipo de ritual pode até parecer simples, mas é uma poderosa experiência.
Libação
Uma das celebrações mais comuns dentro do Asatru e também dentro das outras religiões pagãs. A libação é mais simples e social do que o sacrifício, mas a sua importância não é menor.
A libação é muito simples. Os convidados ficam sentados, pegam a bebida alcoólica (Vinho ou cerveja é mais recomendado), enchem seus copos, saúdam-se uns aos outros, saúdam os Deuses, oferecem o primeiro gole aos Deuses deixando cair um pouco da bebida no chão e começam a beber. O libação é um ritual onde se deve ficar bêbado em honra aos Deuses, assim como nossos ancestrais e os heróis ficavam. É a celebração da alegria e da confraternização, conta-se estórias, piadas, fala-se besteira, nada disso é proibido, pelo contrário os Deuses adoram isso.
Cada rodada pode ser dedicada a alguma coisa, normalmente a libação Asatru tradicional tem três rodadas, a primeira para os Deuses, a segunda para os heróis que estão em Valhalla e a terceira para os nossos Ancestrais que já não estão mais entre nós.

Juramento
É uma das mais importantes cerimonias no Asatru. É o ritual onde se confirma a lealdade aos Deuses, contudo não é nenhuma cerimonia oculta ou iniciatória. É nada mais, nada menos que declarar e afirmar sua lealdade aos Deuses nórdicos. É mais ou menos como o exemplo abaixo:
Segure um objeto (pode ser qualquer coisa uma pedra, um pingente, mas o mais recomendado é um anel) e parado na frente do Altar, diga: “Eu [nome], juro pelo símbolo do martelo sempre honrar a bandeira de Asgard e seguir o caminho do norte, agindo sempre com honra, coragem e responsabilidade, fiel aos Aesir e Vanir! Que esse anel (ou outro objeto) seja o símbolo da minha aliança com os Deuses!”
Depois do ritual pode ser feita uma libação com nove rodadas dedicadas aos nove valores do Asatru.
Esse ritual não deve ser realizado sem antes ter absoluta certeza do que você está fazendo. Quando alguém faz um juramento, deve segui-lo por toda a eternidade. Quem não cumpre seus juramentos, seja em qualquer aspecto da vida, no trabalho, na família, nas amizades, não merece respeito, pois não passa de um covarde.

Os Festivais do Asatru – Festas principais dentro do Asatru
20 até 31 de Dezembro – JUL – Celebração do ano novo nórdico; um festival de 12 noites. Este é o mais importante de todos os festivais. Na noite de 20 de Dezembro, o Deus Frey Ingvi viaja através da Terra trazendo a paz, a confraternização, e o amor para Midgard. Depois da influência cristã, o Deus Balder (Sincretizado com Jesus) é renascido nesse festival como o novo ano Solar. O Deus Wotan (Odin); viaja pelo céu com seu cavalo de oito patas, Sleipnir. Nos tempos antigos, as crianças germânicas e nórdicas deixavam suas botas na janela cheias de açúcar para o cavalo Sleipnir. Em retribuição, Odin deixava um presente como gentileza. Nos temos modernos, Sleipnir foi transformado nas renas e o barbudo Odin acabou virando o simpático Papai Noel. Até hoje existe uma estátua de Odin (ou Thor) na Noruega, que a Igreja acabou transformando na estátua de “São Nicolau”.
2 de Fevereiro – DISTING - É o festival onde o povo nórdico se preparava para a para a chegada da primavera. Disting é caracterizado pela preparação da terra para a plantação, a contagem do gado e dos lucros ou prejuízos do ano. Era dito que o nascimento de bezerros em Disting era um sinal de que o ano iria ser de grande prosperidade.
21 de Março – OSTARA - Festa de Eostre, a Deusa da Primavera. É um festival de alegria e fertilidade. É tempo de dar ovinhos coloridos de presente aos amigos, assim como nossos ancestrais faziam, como um símbolo de boa sorte, fertilidade e prosperidade. Essa tradição sobrevive até hoje no moderno feriado de Páscoa, só que os ovos viraram de chocolate.
22 de Abril até 1 de Maio – WALPURGISNACHT - O festival de Walpurgis, uma noite de festa e trevas. Nas nove noites de 22 até dia 30 de Abril, é relembrado o auto-sacrifício de Odin pendurado na Árvore do Mundo Yggdrasil. Na nona noite (30 de Abril, Walpurgisnacht) que ele resgatou as Runas, e simbolicamente morreu por um instante. Neste momento, toda a luz entre os 9 mundos foi extinguida, o caos reinou. No ultimo toque na meia-noite, ele renasce e tudo volta ao normal.
21 de Junho – LITHA - Celebração do Solstício de Verão, quando a força solar está no seu pico. Litha é um festival de poder e atividade. O Deus Balder morre nessa época para renascer em Julho.
1 de Agosto – LAMMAS – Festival da Colheita.
22 de Setembro – MABON – Festival do final da Colheita.
31 de Outubro – WINTERNIGHTS – O começo do inverno nórdico. É uma festa onde se relembra os mortos e os ancestrais. É uma data ótima para jogos divinatórios.
“Full Moon Festivals”
Lua Cheia de Janeiro – Festa em honra a Thor.
Lua Cheia de Fevereiro – Festa em honra a Freya.
Lua Cheia de Março – Festa em honra a Sif.
Lua Cheia de Abril – Festa em honra aos elfos, duendes, fadas e espíritos da natureza.
Lua Cheia de Maio – Festa em honra a Njord.
Lua Cheia de Junho – Festa em honra a Balder.
Lua Cheia de Julho – Festa em honra a Loki.
Lua Cheia de Agosto – Festa em honra a Frey.
Lua Cheia de Setembro – Festa em honra a Odin.
Lua Cheia de Outubro – Festa em honra a Tyr.
Lua Cheia de Novembro – Festa em honra aos Heróis mortos em batalha que estão em Valhalla.
Lua Cheia de Dezembro – Festa em honra a Skadi e Ull.

 
Postado por FLAVY RIBEIRO às 18:38 Nenhum comentário:
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DEUSAS MARAVILHOSAS

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ESPECTRO DO ZODIACO

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SIGNO CAPRICÓRNIO

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SIGNO PEIXES

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SIGNO AQUÁRIO

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SIGNO SAGITÁRIO

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SIGNO ESCORPIÃO

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SIGNO LIBRA

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SIGNO VIRGEM

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SIGNO LEÃO

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SIGNO CANCÊR

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SIGNO GÊMIOS

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SIGNO TOURO

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SIGNO ÁRIES

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UM GESTO VAZIO


UM GESTO VAZIO...

PASSA JUNTO AO TEMPO,
AS LUZES QUE SE
TRANSFORMAM EM SOMBRAS.
ENTRETANTO NÃO TEMOS
NADA COMO PAUSAS,
POIS OUVIMOS SEM
ESCUTAR.
NADA MAIS, NADA MAIS
PRECISA SER MOSTRADO.
PORÉM DENTRO DA VIDA,
TUDO VAI E VOLTA.
NÃO BASTA APENAS
SABER,
MAIS VALE ESTAR EM
SILÊNCIO.
SE AGINDO MACHUCO OS
OUTROS,
NUM EXÉRCITO DE
FAGULHAS ENTÃO,
DEIXO A VIDA FLUIR.
NADA É COMO SE PENSA,
NESTE IMENSO RIO DE
HUMANOS, QUE DESLIZAM NA RESPIRAÇÃO DO UNIVERSO.
NO SENSO INTERIOR,
EU DESCOBRI MINHA
DIGNIDADE
AO SABER QUE SE PODE E
QUE SE QUER,
A LIBERDADE.
ASSIM NESSE INFINITO
CÉU AZUL,
QUERO SER LIVRE COMO
AS
BORBOLETAS.

FLAVY

































MAGO

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DEUSAS

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DEUSAS

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pomba gira

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guerreiro da luz

guerreiro da luz




salamandra

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DRUIDAS

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CIRCULO DA LUA DRUIDAS

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DEUSA

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OMA DEUSA DIAMANTES

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TRIPLICE

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VENUS

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VENUS ADONIS CUPIDO

VENUS ADONIS CUPIDO

TRIPLA

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DEUSAS

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PANTEÃO DOS DEUSES

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PAN

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DEUSAS DO DESTINO

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HECATE 2

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DEUSA DA FORTUNA 2

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AINE 2

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NICNEVEN

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MULHER LUA NOVA

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HERA

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HECHICERA

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ESPOSA DE POCEIDON

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MORGANA

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HEL

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SCHOUMAN

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NIKÉ

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PROSERPINA

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MEGALÉSIA

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ERATO

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HECATE

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BRIGID - PRIMAVERA

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ARTEMISIA

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ASGARD

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DEUSAS E DEUSES DA FLORESTA

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