sexta-feira, 18 de setembro de 2015

LUNAÇÃO DOS SIGNOS


No Calendário Lunar 2015 estarão as datas das lunações (fases da Lua), juntamente com os incensos, cores correspondentes ao dia e algumas datas festivas relativas a tais lunações.


Janeiro


05- Lua Cheia            
Signo da Lua: Câncer  Cor: Marrom  Incenso: Violeta
13- Lua Minguante     
Signo da Lua: Escorpião  Cor: Dourado  Incenso: Alfazema
20- Lua Nova          
Signo da Lua: Aquário  Cor: Amarelo  Incenso: Eucalipto (dia do Orixá Oxóssi, o senhor das matas e dos caçadores)
27- Lua Crescente    
Signo da Lua: Touro  Cor: Âmbar  Incenso: Sempre-viva (Feriae Sementiva, festival romano em honra às Deusas dos grãos r da colheita Ceres, Deméter, Cibele e Gaia)
 


Fevereiro

03- Lua Cheia             
Signo da Lua: Leão  Cor: Cinza  Incenso: Violeta
12- Lua Minguante      
Signo da Lua: Sagitário  Cor: Âmbar  Incenso:Sempre-viva (dia consagrado às Deusas da caça, Ártemis e Diana)
18- Lua Nova             
Signo da Lua: Peixes  Cor: Azul-marinho  Incenso: Junípero
25- Lua Crescente     
 Signo da Lua: Gêmeos  Cor: Cinza  Incenso: Mirra
 


Março

05- Lua Cheia            
Signo da Lua: Virgem  Cor: Verde  Incenso: Rosas
13-Lua Minguante      
Signo da Lua: Sagitário  Cor: Marrom  Incenso: Narciso (dia da sorte na Wicca)
20- Lua Nova            
Signo da Lua: Áries  Cor: Vermelho  Incenso: Sempre-Viva (Ostara- Equinócio da primavera "Roda Norte". Mabon- Equinócio de Outono "Roda Sul")Início do Outono ás 19:46. Eclipse do Sol ás 06:37
27- Lua Crescente       
Signo da Lua: Câncer  Cor: Azul-Marinho  Incenso: Amora
 


Abril

04- Lua Cheia
Signo da Lua: Libra  Cor: Azul  Incenso: Rosas (Megalésias, festas romanas em honra de Cibele, a mãe dos Deuses)
12- Lua Minguante
Signo da Lua: Aquário  Cor: Verde  Incenso: Peônia (Cereálias, festival romano em homenagem a Ceres, Deusa da terra e seus frutos)
18- Lua Nova
Signo da Lua: Touro  Cor: Cinza  Incenso: Gerânio
25- Lua Crescente
Signo da Lua: Leão  Cor: Amarelo  Incenso: Beijoim (Robigálias, festas romanas em honra de Robigo, Deus dos trigais)



Maio

04- Lua Cheia
Signo da Lua: Escorpião  Cor: Laranja  Incenso: Canela
11- Lua Minguante
Signo da Lua: Peixes  Cor: Branco  Incenso: Gengibre
18-Lua Nova
Signo da Lua: Gêmeos  Cor: Laranja  Incenso: Canela (dia consagrado a Apolo, Deus greco-romano da música, poesia, divinação e da luz do Sol)
25- Lua Crescente
Signo da Lua: Virgem  Cor: Roxo  Incenso: Alfazema



Junho

02- Lua Cheia
Signo da Lua: Sagitário  Cor: Azul-turquesa  Incenso: Noz-moscada (dia consagrado à Mãe Terra, em seu aspecto fértil)
09- Lua Minguante
Signo da Lua: Peixes  Cor: Azul-marinho  Incenso: Sândalo
16- Lua Nova
Signo da Lua: Câncer  Cor: Azul  Incenso: Magnólia
24- Lua Crescente
Signo da Lua: Libra  Cor: Preto  Incenso: Sândalo



Julho

01- Lua Cheia
Signo da Lua: Capricórnio  Cor: Branco  Incenso: Narciso 
08- Lua Minguante
Signo da Lua: Áries Cor: Preto  Incenso: Magnólia
15- Lua Nova
Signo da Lua: Câncer  Cor: Cinza  Incenso: Patchouli (dia da Deusa egípcia Néftis)
24- Lua Crescente
Signo da Lua: Escorpião  Cor: Vermelho  Incenso: Jacinto
31- Lua Cheia
Signo da Lua: Aquário  Cor: Roxo  Incenso: Louro



Agosto

06- Lua Minguante
Signo da Lua: Touro  Cor: Azul-marinho  Incenso: Violeta
14- Lua Nova
Signo da Lua: Leão  Cor: Verde  Incenso: Mirra
22-Lua Crescente
Signo da Lua: Sagitário  Cor: Marrom  Incenso: Cedro
29- Lua Cheia
Signo da Lua: Peixes  Cor: Laranja  Incenso: Heliotrópio



Setembro

05- Lua Minguante
Signo da Lua: Gêmeos  Cor: Marrom  Incenso: Arruda
13- Lua Nova
Signo da Lua: Libra  Cor: Laranja  Incenso: Pêssego (festival romano do Lectistérnio, em homenagem a Júpiter, Juno e Minerva, praticado nos tempos da calamidade pública)
21- Lua Crescente
Signo da Lua: Capricórnio  Cor: Amarelo  Incenso: Patchouli (festival egípcio da Vida Divina, dedicado a Deusa tríplice)
29- Lua Cheia
Signo da Lua: Touro  Cor: Dourado  Incenso: Gengibre



Outubro

04- Lua Minguante
Signo da Lua: Câncer  Cor: Preto  Incenso: Beijoim (cerimônia a Ceres, deusa romana da agricultura)
12- Lua Nova
Signo da Lua: Libra  Cor: Cor-de-rosa  Incenso: Peônia 
20- Lua Crescente
Signo da Lua: Aquário  Cor: Vermelho  Incenso: Alfazema
27- Lua Cheia
Signo da Lua: Touro  Cor: Laranja  Incenso: Crisântemo



Novembro

03- Lua Minguante
Signo da Lua: Leão  Cor: Castanho-avermelhado  Incenso: Amêndoa
11- Lua Nova
Signo da Lua: Escorpião  Cor: Marrom  Incenso: Gerânio (Lunantshees, festival em honra do povo das fadas na Irlanda)
19- Lua Crescente
Signo da Lua: Peixes  Cor: Verde   Incenso: Erva-cidreira
25- Lua Cheia
Signo da Lua: Gêmeos  Cor: Cinza  Incenso: Violeta (dia consagrado a Perséfone, deusa dos subterrâneos)



Dezembro

03- Lua Minguante
Sino da Lua: Virgem  Cor: Azul  Incenso: Madressilva (dia de Bona Dea, a deusa da bondade)
11- Lua Nova
Signo da Lua: Sagitário  Cor: Cinza  Incenso: Orquídea
18- Lua Crescente
Signo da Lua: Áries  Cor: Prateado  Incenso: Sálvia
25- Lua Cheia
Signo da Lua: Câncer  Cor: Azul  Incenso: Cipestre (Natal)



Luz e Amor



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

EGINA

Egina
ninfa egina
O culto de Zeus pan-helênico remonta a uma Fábula relativa à ilha de Egina.
 A ninfa Egina era filha do rio Asopo.
 Foi amada por Zeus, que a visitou sob a forma de chama.
 Seu pai, encolerizado com o rapto da filha, procurou-a por toda parte; chegando a Corinto, soube de Sísifo o nome do raptor e pôs-se a persegui-lo. Zeus atingiu-o com um raio, e transportou a ninfa para a ilha que, desde então, tem o seu nome.
A união de ambos deu nascimento de Éaco que, antes de ser juiz no inferno, reinou na ilha de Egina.
 Mas não podendo Hera permitir que uma ilha tivesse o nome da rival, resolveu vingar-se despovoando aquela porção de terra.
 Nuvens sombrias cobriram o céu, reinou um calor sufocante, os lagos e as fontes contaminaram-se.
 O mal atacou a princípio os cães, as ovelhas, os bois, as aves e todos os animais.
 O agricultor consternado viu morrer diante dos seus olhos, no meio dos sulcos, os touros que trabalhavam.
 As ovelhas, despojadas da lã, magras e descarnadas, enchiam os campos de gritos lúgubres.
 O vigoroso corcel, desdenhando os combates e as vitórias, languescia.
 O javali esquecera a sua ferocidade natural; a corça já não tinha a habitual ligeireza; o urso não ousava atacar os rebanhos. 
Tudo morria; as florestas, os campos e os grandes caminhos estavam juncados de cadáveres que infeccionavam o ar com o seu mau cheiro; os próprios lobos não ousavam tocá-los, e eles apodreciam na terra espalhando por toda parte o contágio.
Dos animais, espalhou-se o mal às aldeias, entre os moradores dos campos e daí penetrou nas cidades.
 Todos sentiram a princípio as entranhas arder com um fogo cujos reflexos, que apareciam no rosto, denotavam a força.
 Respiravam com dificuldade, e a língua seca e inchada obrigava-os a manter a boca aberta.
 Certos de que morreriam desde que fossem contagiados, abandonavam os remédios, e faziam tudo quanto a violência do mal os impelia a desejar. 
Todos corriam aos poços, às fontes, aos rios, para matar a sede que os devorava; mas só a matavam, morrendo, e o langor impedia os que a tinham saciado de pôr-se novamente de pé e afastar-se da água em que expiravam. Por onde quer que se relanceassem os olhos, percebiam-se montes de mortos; era inútil oferecer sacrifícios; os touros conduzidos aos altares para ser imolados caíam mortos antes de feridos.
 Não se viam lágrimas pela morte dos entes mais queridos; as almas das crianças e das mães, dos jovens e dos velhos desciam, sem ser choradas, às margens infernais.
 Não havia lugar para sepulturas, não havia lenha para as fogueiras. (Ovídio).
Havia na ilha de Egina um velho carvalho consagrado a Zeus, a semente que o produzira vinha da floresta de Dodona.
 Éaco, debaixo de tal árvore, sagrada, invocou Zeus, e, enquanto rogava, contemplava uma multidão de formigas que subiam e desciam pela casca do tronco; vendo-lhe o número incalculável, chorava lembrando-se do seu reino despovoado.
 Quando terminou a invocação, o rei Éaco adormeceu à sombra do carvalho sagrado. No entanto, o deus ouvira-lhe o rogo: as formigas transformadas em homens se aproximaram dele e renderam-lhe as homenagens devidas à sua posição.
 Éaco deu graças ao rei dos deuses; depois, distribuiu os novos habitantes pela cidade e pelos campos.
 Para conservar a recordação da origem deles, chamou-os mírmidos. Mantiveram eles as mesmas inclinações que as formigas : laboriosos, ativos, ardentes no amontoamento de bens, empregavam o maior cuidado em conservar o que haviam adquirido. (Ovídio).
Os descendentes dos mírmidos foram os soldados de Aquiles, pois Éaco é pai de Peleu, pai de Aquiles.
 Entretanto, os mírmidos de Aquiles não habitavam a ilha de Egina; mas tais confusões, tão freqüentes na idade heróica, podem originar-se de migrações e de colônias que guardavam as mesmas tradições, em regiões diferentes.
 Aliás, a lenda de Éaco apresenta variantes: teria sido em conseqüência das suas preces que uma espantosa fome seguida de peste cessou não somente na ilha de Egina, senão também na Grécia inteira.
 Foi depois de tal fato que ele fundou um templo e cerimonias às quais todos os gregos deviam assistir.
 Zeus recebeu nessa ocasião o apelido de pan-helênico (adorado por todos os gregos).
Zeus pan-helênico possuía na ilha de Egina um templo conhecidíssimo, onde se celebravam festas em sua honra.
 Adriano ergueu-lhe também um templo em Atenas.