domingo, 14 de setembro de 2014

POVO SÁBIO


POVO MUITO SÁBIO

Quando abordamos a Cultura e a Magia dos Ciganos, logo vem a lembrança de um Povo muito sábio, que utiliza a magia do universo e a sua própria com maestria e precisão,impressiona ndo as pessoas que recorrem pedindo ajuda.

Nas Tsaras, as Ciganas socorrem muita gente sofrida, e usam como bálsamo a Arte da Magia Cigana, dos Mestres Ciganos Espirituais, que aliadas, às Forças da Natureza, alentam os necessitados, fazendo sobreviver, mesmo na mudança dos tempos, a Força do Povo Cigano Cultural e Espiritual, devido a sua grande beleza e utilidade.

Mas falar somente isto é pouco. O Povo Cigano (Diáspora e Espiritual), tem suas próprias diretrizes de vida, a Cultura ensinada pelos nossos ancestrais, é seguida sem desvirtuações pela Raça.

A Hierarquia dos Clãs, é passada de pai para filho, garantindo assim a existência original de nosso povo.
A Cultura do Povo das Estradas, tão cheia de segredos e ritos estranhos, hoje, na busca de entendimento e crescimento espiritual, passa a ser divulgada a olhos não ciganos (porém ciganos de alma) com amor.

Nós, ciganos nos valemos da sabedoria dos mistérios das artes, de nossa forte estrutura, de nossa intuição, observação e psicologia, para receber estes irmãos com um ensinamento puro sobre a nossa cultura e nossa vida.

Para que se dê este aprendizado, somente vivenciando o que é ser cigano, para saber, todas as nuances em totalidade, porém sem excessos e enfeites.

Viver entre ciganos, viver como cigano, é demonstrar forte preocupação com a Espiritualidade, porque para nós, dentro de nossa liturgia impar, vivendo como ciganos, é que vamos aprender quem são os Mestres da Magia Cigana, como se trabalha espiritualmente com dedicação, responsabilidade, tratando com procedimentos distintos a Vida Cigana Espiritual.

Os grandes Mestres Ciganos Espirituais, são espíritos ciganos que viveram entre nós em outros tempos, que ainda em sua vida terrena, já eram grandes paranormais, e buscavam através do entendimento com o mundo espiritual atenuar as dores, e trazer alento aos necessitados, são eles os Grandes Mestres da Magia. Que nos trazem ensinamentos armazenados durante toda a existência do espírito.

Os Mestres, tem permissão para volitar desde as zonas umbralinas até as mais sublimadas camadas espirituais, trabalhando incessantemente em seu domínio como ajudando em qualquer outro que seja preciso.
Os doze Mestres Espirituais, tem sua organização astral, e cada um tem um domínio, que ajudam a cuidar e elucidar como também resolver os problemas nos mais diversos setores.

Os Mestres Ciganos de Luz, são:
Cigana Sulamita, Cigana Carmem, Cigana Madalena, Cigana Esmeralda, Cigano Juan, Cigano Artêmio, Cigano Wladimir (o Rei dos Ciganos), Cigano Manolo, Cigano Sandro, Cigana Natasha, Cigana Yasmim e Cigano Ramiro.

Para tanto amigos, para realmente conhecer esta Diáspora e Espiritualidade Cigana, aprender sobre a Cultura e Magia, se preparar dignamente para o trabalho astral, é preciso ser com verdade, um Cigano de Alma, e isto só acontece, quando vivemos, nem que por pouco tempo, entre ciganos e sobretudo verdadeiramente como ciganos.

O Povo Cigano, revela hoje ao mundo gadjê, muitos segredos que enriquecem a espiritualidade e o estudo da cultura. Recebendo-os com amor em nossa Kumpania. Os Ciganos de Alma ao estarem, de posse destas informações, e as tratando com responsabilidade e seriedade, serão agraciados astralmente e conseguirão despertar naturalmente seus portais psíquicos e intuitivos.

Conseguirão trabalhar dentro de uma Linhagem Cigana Espiritual, séria, digna e benéfica.

cigano de kali

CIGANO RODRIGO


CIGANO RODRIGO

Este cigano é natural da Hungria, de familia Louvara.

Desde a mais tenra idade já conseguia influenciar as pessoas, atraves de suas colocações, da sua forma de pontuar a hora certa.

Rodrigo, bem jovem já tinha aprovação dos Barôs, para no futuro tambem ser um. Aconselhador, prima pela justiça sem impor glata, impoe sim, respeito e argumentação convincente que faz com que o caminho seja tomado após analise de todos os angulos da questao.

Sempre foi um cigano em querido e com uma ligação muito forte com os elementais do ar.

Os ventos vinham lhe contar o que estava acontecendo e mesmo estando na posição de kaku, nem sempre dizia tudo o que sabia.


Estava com 29 anos, sempre adorado e bem querido pelas pessoas, principalmente pelas mulheres, se envolveu com uma cigana rudari.

Esta lhe enredou, atraves dos sentimentos, da magia e da conversa.
Ela dizia estar muito apaixonada, e apesar de ter a mesma idade que ele, era muito mais eSperta.

Viúva, havia voltado a conviver com sua propria familia, que de certa forma a rechaçava. Rodrigo achava uma injustiça, mas nunca emitiu uma opiniao mais vigorosa. Deixava-se se queixar, a ouvia e confortava em seus braços.


Ele sempre tinha uma sensação de que ela lhe escondia algo, mas passando por cima do amor que acreditava sentir, não dava credito a seu coração, a sua intuição.

Um dia necessitou viajar e deixou sua amada que já estava morando com ele, para aconselhar um cla longe que estava com serios problemas de relacionamento. Ao voltar, ela o recebeu igual, com todo ardor.

Mas muitas coisas haviam mudado. Sua familia não só a rechaçava, como a condenava, e procurava Rodrigo para aconselhar que ele a deixasse.
Ela no entanto sempre conseguia evitar que isto acontecesse. Chorava, chantageava, fazia tudo para que isso não ocorresse.

Nas primeiras semanas, Rodrigo aceitou, mas depois alegando viagem, foi ao encontro dos que queriam lhe falar. Logo ficou sabendo que ela mantinha o relacionamento com ele para ter um alibi.

Ela mantinha um romance com o marido de sua irma.
Rodrigo ficou chocado, chateado, mas não saiu do seu eixo.
Ao chegar em casa conversou com ela, e o fato dela reagir aos gritos, fez com que ele soubesse o carater que ela tinha.
Depois deste relacionamento, ele ficou muito decepcionado com as pessoas em geral.
Mas o amor ao que é justo falava mais alto no seu coração e na sua consciencia. Deste forma, ele amadureceu muito e passou ainda mais a aconselhar, principalmente para que as pessoas não saiam do seu eixo.

Para este cigano, o importante é que se de o valor devido a cada situação, não guarde magoas, e ensine sempre, pois aquele que não valoriza os ensinamentos da vida, é incapaz de resolver positivamente e justamente as questoes que se apresentam ao longo de nossa existencia.

O Cigano Rodrigo, quando presente em forma de energia, sente-se um conforto mesmo que estejamos diante de problemas mais graves.
Ele quando incorporado, nota-se no medium uma juventude que contrasta com as sabias palavras que ele distribui, enquanto recebe as pessoas com carinho.

Mas não se engane, porque Rodrigo prima pelo que é justo, analisando bem todos os lados da mesma questao. Ele trabalha com oraculos tradicionais, mas no entanto prediz, observando o jeito da pessoa se portar.

Dando conselhos inusitados, sendo capaz de entender a todos sem distinção.
Ama o violino cigano, os cigarros finos, os cristais (com os quais faz muitas magias), os incensos e as velas coloridas.
Quem se consulta com este cigano sai surpreso, pois ele não se espanta com nada.

Seu ditado favorito é:
“Ir ao chao é ruim, mas sempre servirá para mostrar, que la não é o seu lugar!”

ESPIRITO CIGANO


OS ESPÍRITOS CIGANOS

"Os Espíritos Ciganos são também, uma linha de trabalhos espirituais que busca seu espaço próprio, pela força que demonstram em termos de caridade e serviços a humanidade.

Seus préstimos são valiosas contribuições no campo do bem-estar pessoal e social, saúde, equilíbrio físico, mental e espiritual, e tem seu alicerce em entidades conhecidas popularmente com “encantadas”.


São entidades que há pouco tempo ganharam força dentro dos rituais da Umbanda. Erroneamente no começo eram confundidos com entidades espirituais que vinham na linha dos Exus, tal confusão se dava por algumas ciganas se apresentarem como Cigana das Almas, Cigana do Cruzeiro ou nomes semelhantes a esses utilizados por Exus e Pombas-Gira.

Hoje, o culto está mais difundido, se sabe e se conhece mais coisas sobre essas entidades, chegando algumas casas a terem um ou mais dias específicos para o culto aos espíritos ciganos.
Não tem na Umbanda o seu alicerce espiritual, como dissemos; se apresentam também em rituais do tipo mesa branca, Kardecistas e em outros rituais específicos de culto à natureza e todos os seus elementos, por terem herdado de seu povo, o cigano, o amor incondicional à proteção da natureza.

Encontraram na Umbanda um lugar quase ideal para suas práticas por uma necessidade lógica de trabalho e caridade.

Na Umbanda passaram a se identificar com os toques dos atabaques, com os pontos cantados em sua homenagem e com algumas das oferendas que são entregues às outras entidades cultuadas pela Umbanda.

Encontraram lá, na Umbanda, uma maneira mais rápida de se adaptarem a cultos e é por isso que hoje é onde mais se identificam e se apresentam.

São entidades oriundas de um povo muito rico de histórias e lendas, foram na maioria andarilhos que viveram nos séculos XIII, XIV, XV e XVI. Tem na sua origem o trabalho com a natureza, a subsistência através do que plantavam e o desapego as coisas materiais.
Dentro da Umbanda seus fundamentos são simples, não possuindo assentamentos ou ferramentas para centralização da força espiritual.

São cultuados em geral com imagens bem simples, com taças com vinho ou com água, doces finos e frutas solares.

Trabalham também com as energias do Oriente, com cristais, incensos, pedras energéticas, com as cores, com os quatro sagrados elementos da natureza e se utilizam exclusivamente de magia branca natural, como banhos e chás elaborados exclusivamente com ervas.

Diferentemente do que pensamos e aprendemos, raramente são incorporadas, preferindo trabalhar encostadas e são entidades que devem ser cultuadas na direita, pois quando há necessidade de realizarem qualquer trabalho na esquerda, são elas que se incumbem de comandar as entidades ciganas que trabalham para este fim, por isso, não precisam de assentamentos. Por isso tudo fica evidenciado que são entidades que trabalham exclusivamente para o bem.

Santa Sarah Kali é sua orientadora para o bom andamento das missões espirituais. Não devemos confundir tal fato com Sincretismos, pois Santa Sarah é tida como orientadora espiritual e não como patrona ou imagem de algum sincretismo.
Ciganos na Umbanda, são espiritos desencarnados homens e mulheres que pertenceram ao povo cigano.

Os ciganos em geral, tem seus rituais especificos e cultuam muito a natureza, os astros e ancestrais. A santa protetora do povo cigano é “Santa Sara Cali”.

Dentro da Umbanda, trabalham para o progresso financeiro e para as causas amorosas. Cheios de simpatias espitiruais, os espiritos ciganos trabalham para a cura de doenças espitiruais.

Os ciganos, dentro da ritualistica umbandista, falam a língua “portunhol”, alguns, poucos, falam o romanês, língua original dos ciganos. As incorporações acontecem geralmente em linha própria, mas nada impede que eles possam a vir trabalhar na linha de Exú.

CIGANA


CIGANA - por Alexandre Cumino

Sou apenas uma cigana,
Não sou daqui,
Não sou de lá,
Sou de todo lugar,
Minha vida é viajar
Onde meu amor leva
Meu destino é um mistério,
Sou livre e não me apego,
Vou onde sou chamada,
Não tenho dono nem rótulo,
Apenas cativo e sou cativada,
Zelo pelo meu povo,
Trabalho por todos,
A quem quiser me conhecer,
Busque antes por Santa Sara,
Despoje-se dos preconceitos,
Vaidades e apegos,
Deixa de lado a hipocrisia,
Seja alegre por um dia,
Vista-se de cores e
Enfeite-se de flores 

POVO DAS ESTRELAS

O Povo Cigano é guardião da LIBERDADE. Seu grande lema é: "O Céu é meu teto; a Terra é minha pátria e a Liberdade é minha religião", traduzindo um espírito essencialmente nômade e livre dos condicionamentos das pessoas normais geralmente cerceadas pelos sistemas aos quais estão subjugadas. A vida é uma grande estrada, a alma é uma pequena carroça e a Divindade é o Carroceiro.

Em sua maioria, os ciganos são artistas (de muitas artes, inclusive a circense); e exímios ferreiros, fabricando seus próprios utensílios domésticos, suas jóias e suas selas. Rotulados injustamente como ladrões, feiticeiros e vagabundos, os ciganos tornaram-se um espelho onde os homens das grandes cidades e de pequenos corações expiaram suas raivas, frustrações e sonhos de liberdade destruídos.

Pacientemente, este povo diferenciado, continuou sua marcha e até hoje seus estigmas não sararam.

Na verdade cigano que se preza, antes de ler a mão, lê os olhos das pessoas (os espelhos da alma) e tocam seus pulsos (para sentirem o nível de vibração energética) e só então é que interpretam as linhas das mãos.

A prática da Quiromancia para o Povo Cigano não é um mero sistema de adivinhação, mas, acima de tudo um inteligente esquema de orientação sobre o corpo, a mente e o espírito; sobre a saúde e o destino.

A família é a base da organização social dos ciganos, não havendo hierarquia rígida no interior dos grupos. O comando normalmente é exercido pelo homem mais capaz, uma vez que os ciganos respeitam acima de tudo a inteligência.

Este homem é o Kaku e representa a tribo na Krisromani, uma espécie de tribunal cigano formado pelos membros mais respeitados de cada comunidade, com a função de punir quem transgride, a rígida ética cigana.

A figura feminina tem sua importância e é comum haver lideranças femininas como as phury-day (matriarca) e as bibi (tias-conselheiras), lembrando que nenhum cigano deixa de consultar as avós, mães e tias para resolver problemas importantes por meio da leitura da sorte.

Esse povo canta e dança tanto na alegria como na tristeza pois para o cigano a vida é uma festa e a natureza que o rodeia a mais bela e generosa anfitriã.

Onde quer que estejam, os ciganos são logo reconhecidos por suas roupas e ornamentos, e, principalmente por seus hábitos ruidosos.

São um povo cheio de energia e grande dose de passionalidade. São tão peculiares dentro do seu próprio código de ética; honra e justiça; senso, sentido e sentimento de liberdade que contagiam e incomodam qualquer sistema.

O mais importante para o Povo Cigano é interagir com a Mãe Natureza respeitando seus ciclos naturais e sua força geradora e provedora.

FAMÍLIA CIGANA


A FAMILIA CIGANA

Os Ciganos e seu dia a dia
As lendas preconceituosas que se criaram em torno dos ciganos, fizeram com que deixássemos de ver em seus costumes e hábitos, exemplos saudáveis de procedimento.

Dentre eles destaca-se o respeito e amor aos mais velhos, o amor e cuidados com as suas crianças, em resumo, o sentimento de família. Para eles o idoso representa a fonte de sabedoria e experiência que deve ser ouvida e acatada.
 
A criança representa a possibilidade de continuidade, a certeza da preservação de sua cultura. Certamente não encontraremos um idoso cigano em um asilo, nem tão pouco uma criança cigana em um orfanato, e nem mesmo abandonada pelas ruas.
 
Uma cigana nunca pratica voluntariamente o aborto.
 
 O casamento para o Cigano representa a garantia da preservação. Um casamento entre o povo cigano é sempre muito comemorado, pois representa uma oportunidade de reunião e de alegria.

Embora não tenham pátria (territorialmente falando), é admirável o amor e o zelo do Povo Cigano para com seus costumes, suas crenças e suas tradições !

FESTA CIGANA

FESTA CIGANA

 

UMA FESTA CIGANA É A CELEBRAÇÃO DA VIDA

São momentos de alegria e prazer que podemos desfrutar, mesmo sem sermos ciganos.

Quando se prepara essa festa, são postos em evidência os seus usos e costumes.

Para isso, tudo deve ser muito bem planejado: a escolha do local, os móveis e utensílios, a comida e, principalmente a música, que traz em cada um de seus acordes, um pouco da alma cigana.

O local escolhido, de preferência ao ar livre, com muitas árvores, deve ser amplo para que se possa colocar carroças decorativas em círculo, formando uma clareira.

As carroças, que funcionam como pequenas casas, podem ser substituídas por trailers modernos com tudo o que é necessário para viagens ou para passar os dias durante a festa.

As de casamento chegam a durar 4 dias. No centro da clareira, é acesa uma fogueira, e para os músicos reserva-se um lugar especial.

São eles que irão animar a festa, enquanto durar.

Além das carroças, pode-se montar tendas coloridas, uma de cada cor, mas sempre com detalhes dourados cintilando nelas.

Muitos jogos, danças e brincadeiras são feitos, durante a festa.

Muito usada em acampamentos de ciganos da Hungria é a dança dos enamorados.

No centro de uma clareira, é fincado um pau-de-sebo, bem alto e saindo dele várias fitas coloridas.

Os casais enamorados dançam em volta dele, enredando-se nas fitas multicoloridas, ficando mais juntinhos a cada volta.

Para maior conforto dos convidados, mesas com toalhas vermelhas, brancas e amarelas, todas com cintilantes detalhes dourados, são espalhadas pela clareira.

No centro de cada mesa, são arrumadas flores e velas que enfeitam e iluminam a festa.

As refeições muito fartas, preparadas e servidas pela própria dona da casa com a ajuda dos filhos e outros parentes, são dispostas em uma mesa muito grande, também enfeitada com flores e velas, arrumada com uma linda toalha de cor vibrante, sem nunca faltar o dourado da riqueza e da prosperidade.

Um lugar especial nessa mesa é reservado para o chá ritualístico.
Os ciganos não costumam acender velas em suas festas mais fechadas, pois segundo sua crença sua luz poderia atrair os mortos.

Quando há convidados gadjôs (não ciganos), para os quais as velas acesas significam alegria, colocam castiçais acesos, ou tochas que iluminam o ambiente.


A matriarca anfitriã esmera-se para servir muitos tipos de pães, incluindo os com frutas e o natural, assados das mais variadas carnes, cozidos de carnes com grãos, como lentilha e grão de bico, que são pratos típicos ciganos.

As bebidas podem ser escolhidas, entre refrigerantes de todos os tipos, sangrias, vinhos suaves e secos das melhores safras e champanhes para os brindes.

O cuidado com a decoração das mesas e de toda a festa, tem o objetivo de mostrar o que a família tem de melhor, demonstrando que a prosperidade reina naquela casa.

Nesses dias festivos, todos exibem suas melhores roupas, xales, sapatos e jóias, principalmente as herdadas da família.