No momento em que Andromeda já estava acorrentada, Perseu, filho de Zeus, sobrevoava a Etiópia, pois acabava de matar a medusa. Ele conseguiu soltar a princesa e derrotar Cetus.
Perseu e Andromeda então se apaixonaram, foi então que seus pais anularam o contrato de que Andromeda era prometida para Phineus e concordaram que ela ficasse com Perseu. Mas Phineus não ficou satisfeito com essa troca e resolveu enfrentar Perseu. Mas Perseu tinha uma arma muito poderosa – o cabelo da Medusa que ainda era mágico, foi então que Perseu sem fazer esforço algum, apenas levantando sua mão e mostrando o cabelo da Medusa, Phineus caiu e se transformou em rocha. Andromeda e Perseu então se casaram e partiram para a lua de mel em Argos e foram morar em Tirinto. Desta união tiveram sete filhos: o Perses, Alceu, Perseides, Heleus, Mestor, Estênelo, Electrião e tiveram uma filha a Gorgophone.
Quando Andromeda morreu, ela foi colocada por Atena entre as constalações perto do hemisfério norte, perto de Perseu seu marido e Cassiopéia sua mãe. Por isso seu nome foi dado à maior galáxia próxima da Via Láctea.
Hesíodo, Éter é filho de Érebo e Nix e irmão de Hêmera, mas Higino o considera filho de Caos e os poemas órficos o fazem filho de Chronos e Ananke e o consideram a alma do mundo, da qual toda a vida emana.
A filosofia aristotélica, mais tarde, veio a considerar o Éter como um quinto elemento do qual seriam compostos o céu e os corpos celestes, em oposição aos quatro elementos do mundo sublunar (a Terra e sua atmosfera). Enquanto estes quatro elementos tendiam a cair (terra e água) ou subir (ar e fogo) para seu "lugar natural", a propriedade do éter seria manter-se eternamente em movimento circular, considerado perfeito.
Após destronar Cronos, Zeus ficou ressentido pois tão grande era o poder sedutor de Afrodite que ele e os demais deuses estavam brigando o tempo todo pelos encantos dela, enquanto esta os desprezava a todos, como se nada fosse. Como vingança e punição, Zeus fê-la casar-se com Hefesto, (segundo Homero, Afrodite e Hefesto se amavam, mas pela falta de atenção, Afrodite começou a trair o marido para melhor valorizá-la) que usou toda sua perícia para cobri-la com as melhores jóias do mundo, inclusive um cinto mágico do mais fino ouro, entrelaçado com filigranas mágicas. Isso não foi muito sábio de sua parte, uma vez que quando Afrodite usava esse cinto mágico, ninguém conseguia resistir a seus encantos.
Relacionamentos e filhos
Alguns de seus filhos são Hermafrodito (com Hermes), Eros (deus do amor e da paixão) dependendo da versão, é filho de Hefesto, Ares ou até Zeus (com Zeus, apenas quando Afrodite é filha de Tálassa), Anteros (com Ares, a versão mais aceita ou com Adônis, versão menos conhecida), Fobos, Deimos e Harmonia (com Ares), Himeneu, (com Apolo), Príapo (com Dionísio) e Enéias (com Anquises). Os diversos filhos de Afrodite mostram seu domínio sobre as mais diversas faces do amor e da paixão humana. Afrodite sempre amou a alegria e o glamour, e nunca se satisfez em ser a esposa caseira do trabalhador Hefesto. Afrodite amou e foi amada por muitos deuses e mortais. Dentre seus amantes mortais, os mais famosos foram Anquises e Adônis, que também era apaixonado por Perséfone, que aliás, era sua rival, tanto pela disputa pelo amor de Adônis, tanto no que se diz respeito de beleza. Vale destacar que a deusa do amor não admitia que nenhuma outra mulher tivesse uma beleza comparável com a sua, punindo (somente) mortais que se atrevessem comparar a beleza com a sua, ou, em certos casos, quem possuisse tal beleza. Exemplos disso é Psiquê e Andrômeda.
Culto
Suas festas eram chamadas de afrodisíacas e eram celebradas por toda a Grécia, especialmente em Atenas e Corinto. Suas sacerdotisas eram prostitutas sagradas, que representavam a Deusa, e o sexo com elas era considerado um meio de adoração e contato com a Deusa. Seus símbolos incluem a murta, o golfinho, o pombo, o cisne, a romã e a limeira. Entre seus protegidos contam-se os marinheiros e artesãos.
Com o passar do tempo, e com a substituição da religiosidade matrifocal pela patriarcal, Afrodite passou a ser vista como uma Deusa frívola e promíscua, como resultado de sua sexualidade liberal. Parte dessa condenação a seu comportamento veio do medo humano frente à natureza incontrolável dos aspectos regidos pela Deusa do Amor.
eus-Logo, e, para outros, Deus da Luz, ou deus da Lícia. Na versão da Ilíada, Apolo era chamado de Esminteu, o Deus Rato. Outras vezes era chamado de Deus-sol. Febo significa '"brilhante" ou "cintilante". Na verdade, o Deus-sol era Hélios. Era um deus radiante, deus da luz benéfica. Além disso, ele ainda reservava os títulos de deus da saúde, da salvação, do canto, da poesia, da dança e da verdade. Já fora até chamado de "O mais grego dos deuses". Mais tarde, ele foi considerado o Deus-sol. Era representado pelos gregos nos Céus, movido pelo seu carro incandescente. É uma bela figura de poesia grega, o músico mestre que, com sua lira de ouro, deleitava os deuses do Olimpo. Era o '"Deus Arqueiro", cujas suas flechas de prata se perdem na distância (Com seu arco e flechas de prata, Apolo era o responsável por tirar a vida dos homens e Ártemis, das mulheres); O Curandeiro, primeiro a ensinar a arte da cura. A lenda mostra-nos Apolo, ainda garoto, combatendo contra os gigante Títio e matando-o, e contra a serpente Píton, monstro saído da terra, que assolava os campos, matando-a também. Apolo é, porém, também concebido como divindade maléfica, executora de vinganças. Tanto ele quanto Ártemis foram considerados, a princípio, como deuses da morte. Em contraposição, como dá a morte, também dá a vida: é médico, deus da saúde (como você vê mais acima) e amigo da juventude bela e forte. É o inventor da adivinhação, da música e da poesia, condutor das Musas, afasta as desventuras e protege os rebanhos. O loureiro era sua árvore, por Dáfnis, que fugindo do Amor de Apolo, pediu que Géia a recolhesse. Esta transformou-a em um loureiro. Sua cidade é Delfos, acima do Monte Parnaso, onde encontra-se seu Oráculo.
APOLO era o mais belo e o mais amado dos habitantes do Olimpo. Ao lado da irmã Selene, a Lua, figura como Hélio, o Sol, e era também conhecido por Hiperíon. Era filho de Zeus e de Leto (Latona), que foi levada para Delos por causa do ciúme de Hera. em virtude da contínua perseguição que esta impunha a sua mãe, Apolo foi criado por Témis e tão bem se desenvolveu neste cenário que, ao primeiro gole de néctar e ambrósia, rebentou os cueiros e surgiu como um jovem adulto que pedia a lira e o arco de prata com que é habitualmente representado.
Filho de Zeus e de Latona é o irmão gémeo de Ártemis, pertencendo à segunda geração dos Olímpicos. O seu nascimento deu-se numa situação bastante dramática, devido à irascibilidade e ciúme de Hera, que mandou o dragão Píton perseguir Latona por toda a terra e que não houve local no mundo onde esta pudesse dar à luz. Ao ver a agonia de Latona, Posídon compadece-se da jovem e cria uma ilha flutuante; foi neste lugar que naseceram os dois gémeos Apolo e Ártemis.
Apesar da prelilecção que Zeus demonstrava para com Apolo, este chegou a ser expulso do Olimpo e exilado na Terra. No fim deste castigo, Zeus finalmente perdoa-o, encarregando-lhe a tarefa de espalhar a luz sobre a Terra. Assim, Apolo não era o prório Sol, mas quem conduzia o seu carro, daí o epíteto de Febo. Ligado a este atributo, Apolo tinha o dom de vivificar tudo, mas também de mortificar.
Como era dotado de grande beleza, Apolo foi amado e amou um grande número de pessoas, tanto homens como mulheres, no entanto nunca se casou.
Era este deus que presidia às musas, sendo invocado por diversos nomes. Os animais que lhe eram consagrados eram múltiplos como, por exemplo, o galo que anuncia o sol ou o corvo, cujo voo anuncia presságios.
É representado de acordo com as funções que lhe atribuiam, mas o belo e a juventude estão sempre presentes juntamente com a harmonia e a força. De todas as formas de arte feitas sobre Apolo a mais conhecida é o colosso de Rodes (cerca de 47 m), conde+iderada uma das sete maravilhas do mundo.
Apolo conduzia o carro do sol (por isso o nome Febo, da palavra foibos, que significa luz e vida), muitas vezes designado como o próprio sol; e sua irmã a lua.
os apanhou com uma rede quase invisível. Mas Ares, embora fosse um guerreiro persistente, nem sempre tinha êxito. Foi capturado pelos gigantes e ferido três vezes por Héracles e uma vez por Diomedes. Como símbolo da guerra e de seus males, sofrimentos e tristezas, infundia respeito e terror aos gregos, mas nunca foi objeto de adoração.
MARTE
Deus da guerra. Conforme Hesíodo, era filho de Júpiter e de Juno. De acordo com os poetas latinos, Juno, invejosa de ter Júpiter tirado Minerva de seu cérebro, quis imitar a façanha, e produzir um filho sem o concurso de seu esposo ou de qualquer outro homem.
Resolveu dirigir-se para o Oriente, a fim de aí encontrar os meios propícios a tal realização. Fatigada do caminho, sentou-se ao pé do templo da deusa Flora, que lhe perguntou a causa da sua viagem.
A deusa, ouvindo seu desejo, mostrou-lhe uma flor maravilhosa, a qual, pelo simples contato, fecundava qualquer mulher, sem o auxílio de qualquer homem.
Assim deu a luz a Marte, que foi confiado aos Dáctilos. O jovem tornou-se árbitro dos combates. Marte teve inúmeras amantes, mas amava sobretudo Vênus, esposa de Vulcano, que os apanhou em pleno adultério. Teve inúmeros filhos.
É o deus da guerra feroz, sangrenta, brutal, ao passo que Minerva é a deusa da guerra estratégica, hábil e inteligente. Dizem que sua voz era mais estridente que a de dez mil homens.
Os gregos não o veneravam e dizem ser odiado pelas próprias divindades. Os Romanos, porém, prestaram-lhe culto excepcional, chegando a ser o deus nacional.
Era o pai de Rômulo e Remo, ligados a fundação de Roma. Figuram-no armado de escudo, com capacete e lança.
ares.
Mito
O seu mito começa logo à nascença. Ao ficar grávida, a sua mãe incorreu na ira de Hera que a perseguiu a ponto de nenhum lugar, com receio da deusa rainha, a querer receber quando estava preste a dar à luz. Quando finalmente na ilha de Delos a receberam, Ilítia, filha de Hera e deusa dos partos, estava retida com a mãe no Olimpo. Letó esperava gêmeos, e Ártemis, tendo sido a primeira a nascer, revelou os seus dotes de deusa dos nascimentos auxiliando no parto do seu irmão gêmeo, Apolo. Também é conhecida como Cíntia, devido ao seu local de nascimento, o monte Cinto.
Deusa da caça e da serena luz, Ártemis é a mais pura e casta das deusas e, como tal, foi ao longo dos tempos uma fonte inesgotável da inspiração dos artistas. Zeus, seu pai, presenteou-a com arco e flechas de prata, além de uma lira do mesmo material (seu irmão Apolo ganhou os mesmos presentes, só que de ouro). Todos eram obra de Hefesto, o Deus do fogo e das forjas, que era um dos muitos filhos de Zeus, portanto também irmão de Ártemis. Zeus também lhe deu uma corte de Ninfas, e fê-la rainha dos bosques. Como a luz prateada da lua, percorre todos os recantos dos prados, montes e vales, sendo representada como uma infatigável caçadora.
Tinha por costume banhar-se nas águas das fontes cristalinas; numa das vezes, tendo sido surpreendida pelo caçador Acteon que, ocasionalmente, para ali se dirigiu para saciar a sede, transformou-o em veado e fê-lo vítima da voracidade da própria matilha.
sa. Contudo, foi advertido por sua avó Gaia de que Métis lhe daria um filho e que este o destronaria, assim como ele destronou Cronos e, este, Urano. Amedrontado, Zeus resolveu engolir Métis. Para tanto, utilizou-se de um fabuloso ardil. Convenceu sua esposa a participar de uma brincadeira divina, na qual cada um deveria se transformar em um animal diferente. Métis, desta vez, não foi prudente, e se transformou numa mosca. Zeus aproveitou a oportunidade e a engoliu. Todavia, Métis já estava grávida de Atena, e continuou a gestação na cabeça de Zeus, aproveitando o tempo ocioso para tecer as roupas da sua vindoura filha.
Atena deveria ter se tornado a nova rainha do Olímpo, mas como era mulher, Zeus permaneceu no poder. Há lendas que dizem que Zeus evitava o nascimento normal de um filho com as habilidades de Atena, para não ser destronado.
Atena também é muitas vezes vista segurando em uma das mãos uma pequena imagem de Niké, a deusa da vitória.
Quando Atena e Posídon disputavam o padroado de uma cidade importante, estabeleceram um concurso: quem desse o melhor presente ao povo da cidade venceria. Posídon criou um rio salgado e, portanto, inútil. Em outra versão, o presente do deus teria sido o cavalo. Atena deu uma oliveira que produzia alimentos, óleo e madeira. Atena sagrou-se vencedora e a cidade recebeu o nome de Atenas. Atena desempenhou um papel importante no poema épico de Homero, a Ilíada e a Odisséia. Teve participação no julgamento de Páris, sendo uma das deusas rejeitadas, apoiou os gregos na Guerra de Tróia e atuou como padroeira de Odisseu durante toda a sua longa jornada.
, filho de Afrodite e de Zeus, Hermes ou Ares, conforme as versões.
Tendo, certa vez, Afrodite desabafado com Métis, queixando-se que seu filho continuava sempre criança, a deusa da prudência lhe explicou que era porque Eros era muito solitário. Haveria de crescer se tivesse um irmão. Antero nasceu pouco depois e, Eros começou a crescer e tornar-se robusto.
Já Platão, no Banquete, descreve assim o nascimento de Eros, elucidando alguns detalhes até mesmo do aspecto erótico:
"Quando nasceu Afrodite, os deuses banquetearam, e entre eles estava Poros (o Expediente), filho de Métis. Depois de terem comido, chegou Pínia (a Pobreza) para mendigar, porque tinha sido um grande banquete, e ela estava perto da porta. Aconteceu que Poros, embriagado de néctar, dado que ainda não havia vinho, entrou nos jardins de Zeus e, pesado como estava, adormeceu. Pínia, então, pela carência em que se encontrava de tudo o que tem Poros, e cogitando ter um filho de Poros, dormiu com ele e concebeu Eros. Por isso, Eros tornou-se seguidor e ministro de Afrodite, porque foi gerado durante as suas festas natalícias; e também era por natureza amante da beleza, porque Afrodite também era bela.
* Pois que Eros é filho de Pínia e Poros, eis qual é a sua condição. É sempre pobre não é de maneira alguma delicado e belo como geralmente se crê; mas sujo, hirsuto, descalço, sem teto. Deita-se sempre por terra e não possui nada para cobrir-se, descansa dormindo ao ar livre sob as estrelas, nos caminhos e junto às portas. Enfim, mostra claramente a natureza da sua mãe, andando sempre acompanhado da pobreza. Ao invés, da parte do pai, Eros está sempre à espreita dos belos de corpo e de alma, com sagazes ardis. É corajoso, audaz e constante. Eros é um caçador temível, astucioso, sempre armando intrigas. Gosta de invenções e é cheio de expediente para consegui-las. É filósofo o tempo todo, encantador poderoso, fazedor de filtros, sofista. Sua natureza não é nem mortal nem imortal; no mesmo dia, em um momento, quando tudo lhe sucede bem, floresce bem vivo e, no momento seguinte, morre; mas depois retorna à vida, graças à natureza paterna. Mas tudo o que consegue pouco a pouco sempre lhe foge das mãos. Em suma, Eros nunca é totalmente pobre nem totalmente rico.
Eros casou-se com Psiquê, com a condição de que ela nunca pudesse ver o seu rosto, pois isso significaria perdê-lo. Mas Psiquê, induzida por suas invejosas irmãs, observa o rosto de Eros à noite sob a luz de uma vela. Encantada com tamanha beleza do deus, se distrai e deixa cair uma gota de cera sobre o peito de seu marido, que acorda. Irritado com a traição de Psiquê, Eros a abandona. Esta, ficando pertubada, passa a vagar pelo mundo até se entregar à morte. Eros, que também sofria pela separação, implora para que Zeus tenha compaixão deles. Zeus o atende e Eros resgata sua esposa e passam a viver no Olimpo. Com Psiquê teve trigêmeos: Eros II, Volúptas e Volúptia
Era a deusa das colheitas, dispensadora dos cereais e dos frutos. Quando Hades, deus do inferno, levou sua filha Perséfone como sua esposa, negou seus poderes à terra, e esta parou de produzir alimentos; a solução de Zeus foi que Perséfone passaria um terço do ano no inferno, com seu marido, e o restante do tempo com sua mãe, no Olimpo. Dessa forma, Démeter abrandou sua ira e tornou a florescer nas colheitas.
Démeter para os gregos e Ceres para os romanos.
Hipnos (o sono) viveu no palácio construído dentro de uma caverna grande no oeste distante, onde o sol nunca chegou, porque ninguém tinha um galo que acordasse o mundo, nem gansos ou cães, de modo que Hipnos viveu sempre em tranquilidade, em paz e silêncio.
atos, era considerado um deus de vestes e cabelos na cor prateada.
Embora Hipnos visitasse o mundo real em algumas ocasiões, não teve nehum culto desde os tempos da Grécia Clássica. Nos territórios de Hipnos, é adorado por determinadas criaturas não humanas.
mundo subterrâneo. Embora fosse irmã das Hárpias, terríveis monstros alados, Iris era representada como uma linda virgem com asas e mantos de cores brilhantes e um halo de luz em sua cabeça, deixando no céu o arco-íris como seu rastro. Para os gregos, a ligação entre os homens e os deuses é simbolizada pelo arco-íris.
Na mitologia grega, Dionísio era o deus do vinho, pois possuía os conhecimentos e segredos do plantio e colheita da uva. Possuía também os segredos da produção do vinho. Era também associado às festas e atividades relacionadas ao prazer material. Era filho de Zeus (deus dos deuses) com a princesa Sêmele. nte Olimpo), portanto era um dos mais importantes da mitologia e religião grega. Suas origens são incertas. Em algumas fontes aparece como trácio e outras como grego. Mas em muitas destas fontes aparece como sendo estrangeiro.Possuía vários atributos e funções, tais como: - Amansar e domesticar animais selvagens e ferozes; - Realizar o plantio e colheita da uva, assim como a produção do vinho.
irmão. A carruagem de Helios era puxada por quatro cavalos, indicando seu mais alto status. Após um breve namoro com Ares, foi descoberta e castigada por Afrodite, que a fez permanecer para sempre apaixonada. Assim, ela teve caso com um grande número de deuses e jovens mortais, entre eles Orion e Céfalus. Tomada de paixão pelo belo jovem Titonus, filho de Laomedon, rei de Tróia, foi levada pelo jovem à Etiópia, onde os dois se uniram e tiveram dois filhos: Memnon, que desempenhou um importante papel na guerra de Tróia e foi morto por Aquiles, e Emation, que foi morto por Hércules. Ela, então, pediu a Zeus a imortalidade para seu esposo, mas esqueceu de pedir também pela juventude eterna. Assim seu amante foi envelhecendo, e quando seus cabelos ficaram muito brancos, e ele não conseguia mais se mover, a deusa trancou-o em seu quarto, deixando-o lá para sempre. Em outra versão, a deusa tomada de piedade transformou-o em um gafanhoto, o mais musical dos insetos, para que ela pudesse ter a alegria de ouvir para sempre a voz do amante. Livre de Titonus, com Astraeus deu à luz os ventos Zéfiro e Boreas.
sa que inflige o sofrimento, chegando mesmo a ser chamada de monstro infernal. E os seus esquemas de Discórdia não se ficam pelos mortais: quando Harmonia, filha de Ares e Afrodite, se casou, ela foi a única Deusa não convidada, devido ao seu comportamento. Como vingança tirou uma maçã dourada da árvore das Hespérides e inscreveu nela "Para a mais bela Deusa" atirando-a para a mesa do banquete. De imediato Afrodite, Hera e Atena se ergueram para reclamar o prémio, o que levou, eventualmente, à guerra de Tróia, a maior Guerra entre o Oriente e o Ocidente.
ndo bem utilizado: poderosa vivência iniciática da vida e da morte; aprender a abrir mão; tem características escorpianas.
PLUTÃO
Em grego Ades ou Hades. Deus dos Infernos. Filho de Saturno e de Réia, irmão de Júpiter e de Netuno. Plutão significa "o que se enriquece com os despojos humanos"; tem, também, o nome de Orco.
Temido pelos seus súditos, odiado pelos mortais, poucos foram os templos ou altares que os antigos lhe dedicaram. Plutão sai dos infernos para ajudar seu irmão, Júpiter, contra os gigantes e para raptar Prosérpina, filha de Ceres.
Ele usava um capacete que o deixava invisível, assim quando queria transitar pelo mundo terreno, ninguém podia notar sua presença.
A carta do deus do inferno indica para o consulente uma transformação radical, renascimento, desprendimento em relação ao supérfluo, novas perspectivas, lucidez mental, libertação dolorosa e insegurança financeira.
Hades na posição invertida revela imobilidade, abandono forçado, avareza, tristeza, ruína e fracasso. Também há indicação de que as transformações ou não se realizam ou demoram muito tempo para ocorrer, além de incapacidade de ação em momentos desfavoráveis.
Nem todas as características reveladas por Hades são negativas, já que na maioria das vezes essas mudanças anunciam libertação, eliminação de uma condição opressiva ou que deprime de uma maneira considerável o consulente.
ASTROLOGIA
Plutão habita os confins do Sistema Solar, o seu lado mais escuro. Ele preside todos os processos subterrâneos, tudo que se desenvolve no interior das coisas, acumulando uma imensa energia potencial, um poder avassalador, que pode tanto destruir como construir.
Plutão rege o poder, a reprodução, e portanto tem a capacidade de produzir vida. Por outro lado também rege a morte e a destruição das formas.
Deusa da Juventude e de todo o vigor com ela implicado, Hebe é filha de Hera e Zeus e herdeu da mãe o presídio sob o casamento: Hebe é a Deusa das noivas jovens que foi oferecida pela sua mãe a Héracles em casamento, depois de este ter conseguido ultrapassar todos os obstáculos que Hera pusera no seu caminho para ele crescer. ora da taça das bebidas no Olimpo, transportando-a durante os banquetes dos Deuses, enchendo as suas taças quando estas se esvaziavam. No entanto, inundada do fulgor da juventude, ela entornou acidentalmente um pouco de ambrósia sobre um Deus e foi imediatamente removida do cargo. Zeus viu nisto uma oportunidade e pôs o seu amante Ganimedes no lugar da filha, para assim o proteger da sua mulher, Hera.
eo, Hécate é um arquétipo primordial do inconsciente pessoal e coletivo, que nos permite o acesso às camadas profundas da memória ancestral. É representada no plano humano pela xamã que se movimenta entre os mundos, pela vidente que olha para passado, presente e futuro e pela curadora que transpõe as pontes entre os reinos visíveis e invisíveis, em busca de segredos, soluções, visões e comunicações espirituais para a cura e regeneração dos seus semelhantes.
ado com muitos servos mecânicos. De suas forjas saiu Pandora, primeira mulher mortal.
Casou-se com Afrodite (Vênus em Roma), porém ela lhe foi infiel, tendo vários amantes dentre eles deuses e mortais. O seu principal rival era Ares (chamado de Marte em Roma), deus da guerra. Outra versão do mito conta que Afrodite o amava realmente, e suas traições refletiam as outras faces do amor (i.e. ela lhe queria causar ciúmes, ou tinha desejos passageiros), e uma terceira ainda fala que ele divorciou-se de Afrodite e casou-se com as Cárites (ou a Cárite). Atenas, cidade que dava valor ao artesanato, estimava-o.
Expulsão do Olimpo
Hefesto foi expulso por sua mãe Hera, desgostosa de que ele fosse coxo. Davam-se várias explicações míticas para esse defeito físico. Uma delas é que Hera discutia com Zeus a respeito de Hércules e Hefesto, o mesmo tomou partido a favor da mãe. Zangado, Zeus agarrou Hefesto pelo pé e o atirou Olimpo abaixo, condenando-o assim a viver sobre a Terra, onde instalou suas oficinas na ilha de Lemnos.
Algumas histórias diziam que Zeus a namorou durante 300 anos, até que ela consentisse em casar-se com ele. Hera aparece nas histórias sempre como uma esposa traída.
JUNO
Juno é um asteróide relacionado com as relações conjugais. Ele traz uma energia para definirmos nosso ponto de vista com relação ao casamento.
Ele nos diz o que esperamos das pessoas que escolhemos para nos casarmos e o que esperamos obter da nossa relação conjugal.
Por exemplo, Juno em Escorpião: Você espera que as suas relações conjugais se dêem em um clima de sensualidade e paixão. E que um traga para o outro intensidade emocional e vontade de transformação.
Significa: protetora; reconciliação; deusa belíssima; quer comprometimento; amores legítimos; deusa do casamento; ricos presentes; lua de mel; fecundidade; onde temos fidelidade e ou fidelidade radical aos compromissos; monogamia; depois do comprometimento pode vir a reinar, ter poderes; parceria e igualdade; não deixa o dever do casamento; capacidade diplomática para manipular; pode ser ciumenta, possessiva e implacável; os fins justificam os meios; perseguição implacável; tem características librianas.
Hera é a deusa do casamento e da maternidade, além da personificação feminina do céu. Seu emblema é o pavão e tem por atributos a romã (símbolo do amor conjugal e da fecundidade) e um cetro encimado por um cuco.
Hera é a esposa de Zeus e rainha do Olimpo. Apesar do casamento ser muito comemorado e muito prestigiado no Olimpo, isto não significa que Zeus parou de ter relações extraconjugais.
Alcmena viva. Zeus então, mandou nuvens de chuva para apagar o fogo, o que acabou fazendo com que Anfitrião aceitasse a situação. Hércules, portanto, nasceu do encontro de Zeus e Alcmena.
A deusa Hera, esposa de Zeus, enciumada pela traição, enviou duas serpentes para matar Hércules ainda no berço. Não teve exito, pois ainda bebê, Hércules estrangulou as serpentes com as próprias mãos.
Filho de Zeus e mensageiro aos mortais, protetor dos rebanhos e do gado, dos ladrões e dos malandros, guardião dos viajantes, festejou o dia em que nasceu com o roubo do gado de Apolo.
Enganou os que o perseguiam com uma pista engenhosamente falsa. Apanhado, alegou que era muito moço para roubar. Talvez com alguma ironia, esse trapaceiro foi feito deus não apenas do comércio: também dos oradores e escritores.
MERCÚRIO
Filho de Júpiter e da Atlântida Maia. Era o mensageiro dos deuses. Nasceu sobre o monte Cilene, na Arcádia. Foi criado e educado pelas Estações. Não há, na Mitologia, divindade que tenha tantas atribuições como Mercúrio.
Intérprete e ministro fiel dos demais deuses, sobretudo de Júpiter, servia com zelo em todas as oportunidades, mesmo as menos honestas. Era o encarregado de todos os negócios do Olimpo.
Conduzia aos Infernos as almas dos mortos (psicopompo) e também as trazia quando necessário. O corpo somente morria quando Mercúrio cortava definitivamente os laços que unem a alma ao corpo.
Consideravam-no o deus da eloqüência, dos comerciantes e dos ladrões. Contam que logo depois de nascido ele saltou do berço, fugiu da gruta e, encontrando uma tartaruga, matou-a.
Hermes é considerado como o guia dos heróis aventureiros e dos viajantes perdidos. A pedido de Zeus, Hermes raptou a mortal Io do gigante de 100 olhos Argos.
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